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Tesouro deve lançar título para ajudar pais a pagar estudos dos filhos

A iniciativa faz parte de uma estratégia do Tesouro Nacional lançar produtos de investimentos para fins específicos. Saiba mais

Geyssica ReisPor Geyssica Reis2 min de leitura
Estudantes de faculdade vestidos de beca, em fila, com diplomas nas mãos.

Buscando atingir mais investidores, o Tesouro Nacional pretende lançar, ainda em 2023, um título destinado ao pagamento dos estudos futuros dos filhos.

A ideia seria mais uma opção para que os pais conseguissem acumular dinheiro e se programassem melhor, para quando os filhos chegassem no período de entrada nos cursos superiores. 

Este título teria uma metodologia de contratação facilitada e um rendimento muito semelhante ao produto lançado nesta última segunda-feira (30), chamado de Tesouro RendA+. Neste caso, o investidor seria remunerado de forma mensal, no prazo escolhido. Entenda melhor abaixo. 

RendA+: o que é o novo produto do Tesouro Nacional?

O secretário do Tesouro, Rogério Ceron, afirmou que a tendência é que o Tesouro Nacional lance cada vez mais títulos para fins específicos. Com isso, pretende-se incentivar cada vez mais o brasileiro a começar investir. 

O RendA+ é um novo título de investimento do Tesouro Nacional voltado para contribuir na futura aposentadoria do investidor. A partir de R$ 30 a pessoa já pode fazer este investimento mensal. 

Na contratação do Tesouro RendA+ o investidor escolhe uma data de vencimento, que até agora teve liberação para 2030, 2035, 2040, 2045, 2050, 2055, 2060 e 2065. No ano escolhido, o pagamento será realizado em parcelas mensais, por 20 anos. 

Finalidade

A ideia é justamente ser um complemento no período da aposentadoria, recebendo uma certa quantia por mês, para ajudar nos gastos da terceira idade. 

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No quesito de rendimento, a monetização deste produto pode ser bastante interessante, já que será corrigido pela inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) e assim não há risco de perda de poder de compra.

Para se ter uma ideia mais exata do quanto ele pode render, as alíquotas são iguais de outros títulos de renda fixa já existentes:

  • 22,5% para resgate de até 180 dias;
  • 20% para prazos de 181 a 360 dias;
  • 17,5% para prazos de 361 a 720 dias;
  • 15% para prazos de mais 720 dias.

Imagem: Studio Romantic / Shutterstock

Geyssica Reis

Autor

Geyssica Reis

Formada em Comunicação Social - Jornalismo pela Universidade Estadual do Centro-Oeste (Unicentro). Redatora no blog Seu Crédito Digital e repórter da Revista do Produtor Rural do Paraná.

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