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Uísque naufragado há quase 200 anos pode ser vendido por R$ 4,5 bilhões

O uísque naufragado foi encontrado por mergulhadores em navio que afundou no ano de 1854, em Michigan, Estados Unidos

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
Imagem com milhares de barris de uísque empilhados

Um uísque naufragado há quase 200 anos pode ser vendido por R$ 4,5 bilhões. A bebida envelhecida após o naufrágio de um navio, em Michigan, nos Estados Unidos, no ano de 1854 conquistou os amantes de uísques.

Embora ainda não se saiba a quantidade e qualidade do líquido contido nos 280 barris de madeiras naufragados, a estimativa do preço é de US$ 871 milhões.

Uísque estava em navio naufragado em 1854

O uísque naufragado estava no navio The Westmoreland, que afundou em dezembro de 1854. A bebida passou todos esses anos em Platte Bay, no Michigan, dentro de barris de madeira, o que poderia atrapalhar a conservação do uísque. 

Contudo, caso a bebida esteja em condições de consumo, o líquido contido nos 280 barris poderia encher até 56 mil garrafas. 

O mergulhador de naufrágios Ross Richardson foi quem encontrou a carga do uísque naufragado em 2010. De acordo com a equipe de mergulho que encontrou os destroços, a baixa temperatura da água contribuiu para a preservação do material. 

Garrafa de uísque vendida por R$ 80 mil

A estimativa do preço do uísque naufragado tem como base uma garrafa vendida por quase 13 mil libras esterlinas, cerca de R$ 80 mil, em 2021. A bebida foi resgatada do SS Politician, que naufragou na costa da Escócia. 

Ou seja, as 56 mil garrafas oriundas dos 280 barris poderiam somar R$ 4,5 bilhões, caso seguissem a estimativa do uísque naufragado na Escócia 

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Destilaria quer comprar uísque naufragado para pesquisa

De acordo com o mergulhador Richardson, em entrevista ao jornal britânico “The Mirror”, uma destilaria estaria interessada em comprar a bebida para realizar pesquisas científicas. Isso porque, “a composição genética do milho era muito diferente em 1854 e pode ter tido um sabor diferente do milho de hoje”, explicou o mergulhador ao jornal.

Imagem: BONDART PHOTOGRAPHY/Shutterstock.com

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

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