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Varejo do RS tem crescimento de 7% em junho

Varejo do Rio Grande do Sul cresce 7% em junho e se destaca como segundo melhor do país, de acordo com dados da Stone Pagamentos

O panorama do varejo no Rio Grande do Sul em junho de 2023 revelou uma impressionante recuperação, com crescimento de 7% comparado ao mesmo período do ano anterior. Este resultado coloca o estado como segundo melhor desempenho a nível nacional, superado apenas pelo Maranhão. 

Assim, esse avanço demonstra uma vitalidade especial do setor, especialmente após os desafios enfrentados com as enchentes de maio que haviam resultando numa queda de 1,1% no comércio gaúcho. No entanto, apesar do forte início em junho, com evidente prosperidade na primeira metade do mês, observou-se uma estabilização nas atividades comerciais na sequência.

Recuperação do varejo do RS

Portanto, a recuperação gradual do varejo no Rio Grande do Sul tem um significado profundo para a economia regional. Um setor varejista robusto não apenas cria empregos, mas também gera receita tributária, fortalece as pequenas e médias empresas e, de modo geral, revitaliza a confiança dos consumidores e investidores no mercado local.

Contudo, enquanto o Rio Grande do Sul celebra seus resultados positivos, a cena nacional mostra uma situação mais moderada. De acordo com a pesquisa realizada pela Stone, o varejo brasileiro viu um pequeno crescimento de 0,3% durante o primeiro semestre de 2023. Especificamente em junho, houve uma pequena retração de 0,1% nas atividades comerciais.

Imagem de uma pessoa registrando caixas
Imagem: Worawee Meepian/shutterstock.com

Segmentos que mais cresceram em junho

À vista disso, o mês de junho foi particularmente favorável para alguns segmentos específicos. As livrarias, jornais, revistas e papelarias viram o maior aumento, com elevação de 1,7% nas vendas. Os tecidos, vestuários e materiais de construção também registraram crescimentos impressionantes. 

Dessa forma, estes dados evidenciam mudanças nas preferências de consumo e possivelmente efeitos de ações promocionais eficazes ou mesmo influência sazonal específica.

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Em contrapartida, o setor farmacêutico, junto com móveis e eletrodomésticos, apresentou os maiores declínios. Assim, essas oscilações alertam para a necessidade constante de ajustes estratégicos por parte dos varejistas para alavancar setores com desempenho abaixo do esperado.

Imagem: Worawee Meepian/shutterstock.com