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Você sabe qual é o valor médio das transações realizadas via Pix? Veja este e outros dados sobre o serviço

Novo relatório aponta para números surpreendentes sobre os primeiros anos do Pix, sistema de transferência do BC. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Imagem de uma pessoa segurando um celular, com o logo do Pix na tela.

O Banco Central acaba de divulgar o Relatório de Gestão do Pix que trata sobre os principais dados a respeito da ferramenta nos primeiros anos de seu lançamento. Vale lembrar que o serviço passou a ser disponibilizado a partir de 2020 e, desde então, tem se consolidado cada vez mais entre os brasileiros. 

Nesse sentido, é possível visualizar importantes informações relacionadas ao recurso e ter a dimensão do alcance do sistema de transferência instantânea entre os usuários. Atualmente, a maioria das instituições financeiras do país oferecem o Pix para a realização de diversos tipos de movimentações.

O Banco Central expõe que anos antes de 2020, mais especificamente em 2014, foi implementada a primeira política sobre pagamentos instantâneos. A partir de então, foi vivenciada uma longa trajetória até chegar ao momento de tornar o Pix disponível.

Valor médio das transações via Pix 

Antes de mais nada, é preciso dizer que os dados citados pelo relatório se referem aos primeiros anos de existência do Pix. Desse modo, o período de análise contempla de 2020 a dezembro de 2022. Dito isso, veja qual o valor médio das transações e outros dados.

  • Valor médio de transações entre pessoas físicas: R$ 257;
  • Número de chaves cadastradas: 551 milhões;
  • Usuários incluídos com o Pix: 71,5 milhões;
  • Pessoas que usam Pix: 133 milhões;
  • Empresas que utilizam o Pix: 11,9 milhões. 

A pesquisa ainda afirma que 93% das transferências realizadas entre pessoas físicas são de até R$ 200. Além disso, em dezembro de 2022, o valor de movimentações chegou a R$ 1,2 trilhão, o que corresponde a um aumento de 67% em comparação com dezembro de 2021.

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Trajetória do sistema de transferências 

Agora, confira a trajetória completa do Pix, o sistema de transferência instantânea desenvolvido pelo Banco Central. 

  • 2014: primeira política sobre pagamentos instantâneos;
  • 2016: fórum para assuntos relacionados a arranjos e instituições de pagamento;
  • Maio de 2018: criação Grupo de Trabalho: Pagamentos Instantâneos;
  • Dezembro de 2018: requisitos fundamentais para o ecossistema de pagamentos instantâneos;
  • Março de 2019: criação Fórum;
  • Outubro de 2019: início do desenvolvimento das plataformas tecnológicas providas pelo BC;
  • Fevereiro de 2020: lançamento da marca;
  • Agosto de 2020: publicação do Regulamento;
  • Outubro de 2020: início do cadastro de chaves Pix.
Imagem de uma pessoa segurando um celular, com o logo do Pix na tela.
Imagem: Marciobnws / Shutterstock.com

Imagem: Marciobnws / Shutterstock.com

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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