Seu Crédito Digital
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Volkswagen inova e lança fintech própria

Avatar de Wendell Soares Wendell Soares · · · 2 min de leitura
Imagem do logo da Volkswagen na frente de uma concessionária.

Em uma iniciativa inovadora no mercado, a Volkswagen do Brasil lançou na última terça-feira (4), uma fintech própria com foco em seu próprio ecossistema de concessionárias. Sendo assim, ela é o primeiro grupo de mobilidade a ter uma plataforma digital com foco em finanças. Para tanto, contou com a parceria da Volkswagen Financial Services.

Presente no Brasil há mais de 70 anos, a empresa alemã batizou a fintech de VOU e pretende se tornar referência no atendimento de parceiros de negócios da Volkswagen. De acordo com a montadora, anualmente são transacionados R$ 33 bilhões em negócios automobilísticos sob sua responsabilidade.

Fintech da Volkswagen atenderá parceiros de todos os portes

Segundo o CEO da Volkswagen do Brasil, Ciro Possobom, a fintech iniciou as atividades facilitando a gestão de caixa, como por exemplo a antecipação de recebíveis.

“O jeito como transacionamos o dinheiro está mudando, evoluindo e a Volkswagen investe na VOU como uma nova forma de agregar valor ao seu negócio e apoiar parceiros”, afirmou o empresário.

Na prática, a VOU já atende pessoas jurídicas de todos os portes, de modo a oferecer contas-corrente para a movimentação financeira dentro de um único ecossistema. A expectativa é que, em breve, a fintech facilite o acesso ao crédito e explore oportunidades para o mercado de mobilidade digital.

Como se tornar cliente da VOU?

As empresas do ramo de mobilidade, que tiverem interesse nos serviços da fintech da Volkswagen, devem acessar o site da VOU para solicitar a abertura de uma conta-corrente.

A VOU tem o banco Modal como parceiro de serviços bancários (BaaS) e já possui disponível, além da antecipação de recebíveis, as transferências tradicionais (DOC e TED), cobrança via QR Code, pagamento via código de barras e Pix. Posteriormente, a Volkswagen informou que irá oferecer seguros e investimentos.

Com estrutura direcionada para os negócios entre empresas (B2C), caso a iniciativa decole no mercado brasileiro, o ecossistema pode, no futuro, inserir os parceiros na frente de operação em um modelo conhecido como B2B2C.

Imagem: multitel / shutterstock.com

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