A montadora de automóveis alemã, Volkswagen, anunciou, na última terça-feira, que pretende fazer um investimento bilionário no país ao longo dos próximos anos. O capital seria destinado a veículos elétricos e híbridos.
Volkswagen quer investir cerca de R$ 5,2 bilhões no Brasil até 2026
A Volkswagen planeja crescer ainda mais no mercado brasileiro, com um investimento bilionário nos próximos anos. Confira!
A intenção da empresa é aplicar 1 bilhão de euros no Brasil para esses setores. Em reais, o valor se aproxima dos 5,2 bilhões. Ademais, o planejamento é crescer 40% no país até 2026. Nesse sentido, saiba mais sobre o assunto a seguir.
Investimento bilionário da Volkswagen no Brasil
Com metas de crescer cada vez mais no território brasileiro, a Volkswagen injetará cerca de R$ 5,2 bilhões de reais no país para o desenvolvimento de carros híbridos e elétricos nos próximos anos. Ademais, há a ideia de fortalecer a produção local de motores a combustão baseados em etanol.
Além disso, expandir o negócio de assinatura de veículos também está nos planos da montadora alemã. O planejamento a curto prazo está relacionado com o lançamento de dois modelos de carros elétricos já neste ano. Até 2025, a meta é ter lançado cerca de 15 modelos dessa categoria no Brasil.
Desse modo, com projeções de crescimento de 11% na América Latina por ano até 2030, a Volkswagen pretende elevar sua presença no mercado brasileiro em 40% até 2027.
Paralisação na produção de carros
Contudo, em meio aos planos de crescimento, o cenário atual é de pausa na produção de veículos nas fábricas da Volkswagen espalhadas pelo país. São elas as unidades de São José dos Pinhais (PR), São Bernardo do Campo e Taubaté (SP).
Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.
+311 mil seguidores
Desde o último dia 27, as produções estão paradas temporariamente devido à estagnação do mercado automotivo, de acordo com a montadora. Mesmo com as medidas de incentivo à compra de automóveis do governo federal, os números ainda são baixos e os pátios, cheios.
Por fim, um acordo coletivo sobre as ferramentas de flexibilização do trabalho foi firmado entre a empresa, os funcionários e os sindicatos, segundo a companhia alemã.
Imagem: Marco Henz / shutterstock.com
