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13º salário: como investir o dinheiro e qual a melhor opção?

Conheça algumas das possibilidades de investimentos para quem quer fazer o dinheiro do 13º salário render mais

Gabriela SchulzPor Gabriela Schulz2 min de leitura
13º salário

O 13º salário é um benefício previdenciário destinado a contribuintes empregados, desde trabalhadores rurais, urbanos, avulsos e domésticos, estendendo-se a aposentados e pensionistas. Trata-se de uma remuneração “adicional” paga em duas parcelas, sendo a primeira delas, geralmente, durante o mês de novembro.

O dinheiro extra, além de funcionar como um alívio financeiro, também possibilita que os cidadãos tenham a oportunidade de se aventurar no mundo dos investimentos, gastar com as férias e demais preparativos de fim de ano ou simplesmente economizar. Mas, afinal, qual a melhor opção?

Investindo com o 13º salário

O Sua Carteira, projeto de orientações financeiras do Diário do Nordeste, conversou com o professor de Economia da Universidade de Fortaleza, Allisson Martins, para entender quais as melhores opções para quem quer fazer o 13º render. Ele explica que o primeiro passo é que os investidores foquem em colocar o dinheiro em produtos fáceis de entender e que ofereçam mais segurança.

Como exemplo, pode-se tomar a caderneta de poupança ou os títulos públicos. “Existem vários tipos de títulos públicos, [como os que são] atrelados a inflação, que você consegue proteger o patrimônio da pressão inflacionária”, explica o economista. Ele também cita os títulos públicos pré-fixados, que rendem um valor já definido por determinado período de tempo.

No site do Tesouro Direto, é possível conhecer mais sobre os títulos públicos disponíveis e quais suas vantagens e características.

Os “Prefixados” são aqueles que têm taxa de juros fixa, recomendados para metas de longo e médio prazos. Os “Tesouro Selic” são pós-fixados e sua rentabilidade está atrelada à Taxa Selic (taxa básica de juros) e são para investidores com objetivos a curto prazo. Já os títulos “Tesouro IPCA” estão atrelados à inflação e asseguram uma rentabilidade sempre acima da mesma.

Uma possibilidade mais ousada de investimento, após os títulos públicos, como explica o conselheiro do Conselho Regional de Economia do Ceará, Ricardo Coimbra, são os investimentos em fundos multimercados de “renda fixa”, que possuem uma rentabilidade previsível.

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Coimbra instrui: “Se [a pessoa] tem recursos a partir de R$ 10 mil, pode procurar assessoria da própria instituição financeira onde possui conta, pois os bancos têm departamentos específicos para isso, sem custos a mais”.

Imagem: rafapress / Shutterstock.com

Gabriela Schulz

Autor

Gabriela Schulz

Jornalista | Redatora | Editora de vídeo. Porto Alegre - RS

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