Já foi evidenciado o sucesso do Pix, que tem atraído cada vez mais pessoas físicas e jurídicas. Além do interesse de outros países, como a Colômbia e o Canadá. Esse sistema de pagamentos instantâneos trouxe diversas mudanças para quem costumava realizar transferências. Confira!
6 mudanças que o Pix trouxe ao seu dia a dia
O Pix, sistema de pagamentos instantâneos, trouxe diversas mudanças para quem costumava realizar transferências. Confira!
6 mudanças que o Pix trouxe na sua vida
1. DOC e TED não são mais as únicas opções para fazer transferências
Quase impossível não conhecer alguém que ficava “travado” até que caísse o dinheiro transferido via Documento de Ordem de Crédito (DOC), ou via Transferência Eletrônica Disponível (TED).
Com o TED, a transferência é efetivada no mesmo dia, caso a operação seja realizada até as 17h, no horário de Brasília. Já com o DOC, só dá para transferir até R$ 4.999,99 por dia, além disso, a operação só é encerrada no próximo dia útil, se for feita até as 22h.
Antes do Pix, essas eram as únicas opções para fazer transferências, e não eram lá as melhores. Atualmente, com o sistema de pagamentos instantâneos, é possível transferir em qualquer hora do dia, que o valor cairá na conta da pessoa no mesmo momento.
2. Um único dado pessoal é suficiente para transferir quantias
Para realizar uma transferência via DOC ou TED, é necessário informar o nome completo da pessoa, número do CPF e do banco que ela possui conta. O problema é que, caso algum desses dados esteja errado, o valor volta para quem o enviou e será preciso realizar a operação.
Com o Pix, não há a necessidade de informar tantos dados. Apenas com o CPF de uma pessoa, por exemplo, é possível realizar a transferência de qualquer valor, sendo muito mais prático do que o DOC, ou a TED, com todas as suas exigências.
3. É possível fazer transferências sem pagar taxas
Imagina pagar até R$ 15 de taxa de transferência? Isso era motivo de susto para muitas pessoas, uma vez que o valor transferido já era considerado uma saída, e ter que pagar pelo serviço era ainda mais difícil.
Atualmente, quem usa o Pix não precisa lidar com o pagamento de taxas. O sistema permite que qualquer valor seja transferido sem cobrança de taxas. Assim, essa facilidade chama bastante atenção, principalmente porque aproxima as pessoas dos bancos, diferente do que costumava acontecer antes.
4. Não precisa voltar para casa de mãos vazias porque não tem cartão ou dinheiro na mão
Ninguém quer estar numa situação em que deseja comprar um produto ou serviço e não consegue porque não tem o dinheiro em espécie, ou está sem o cartão. Muitas pessoas, inclusive, se sentem frustradas quando isso acontece. Mas isso mudou com a chegada do Pix.
Isso porque diversos estabelecimentos permitem que o cliente pague por um produto utilizando o sistema de pagamentos instantâneos. Quando os comércios não colocam uma plaquinha com o QR code, informam a chave, e a pessoa pode levar o que deseja.
5. Evita-se a espera da compensação do boleto
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Não é só o DOC e a TED que assusta muitas pessoas até hoje. O boleto, apesar de ainda ser popular, exige paciência das empresas e clientes, pois demora até 3 dias úteis para ser compensado. Dessa forma, tanto quem paga, quanto quem recebe precisa esperar.
Hoje, essa situação pode ser evitada, uma vez que é possível pagar por produtos e serviços com o Pix. Para isso, basta utilizar o QR Code da loja, sem precisar esperar até 3 dias para o valor ser compensado.
6. Hoje existe o Pix Saque e o Pix Troco
Procurar caixa eletrônico para sacar dinheiro e realizar o pagamento de um serviço de emergência, que só aceita papel moeda, é uma tarefa que não costuma agradar as pessoas, mesmo se for nas cidades pequenas ou grandes,
No entanto, essa realidade mudou totalmente com a chegada do Pix Saque e o Pix Troco. Afinal, eles permitem a utilização do Pix para sacar dinheiro em espécie em casas lotéricas, estabelecimentos comerciais e em caixas eletrônicos, que estejam devidamente cadastrados para isso.
Por fim, para entender melhor como funcionam essas modalidades, acesse aqui e fique por dentro.
Imagem: Miguel Lagoa / shutterstock.com
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