Mesmo que o volume total de dívidas tenha recuado cerca de 0,29% em janeiro, ao todo temos ainda 62 milhões de brasileiros inadimplentes. Ou seja, com o CPF negativado. Os dados foram detectados em um levantamento realizado pela CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas, e pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito.

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Aproximadamente 62 milhões de brasileiros estão inadimplentes, diz SPC

Houve portanto, um recuo nos números. Isso porque em dezembro de 2018, o número de inadimplentes era 2,75% maior. Contudo, de acordo com as entidades, aproximadamente 40% da população com mais de 18 anos tem ao menos uma dívida em atraso.

O comércio e a comunicação registraram queda de 7% no montante das dívidas. Nos bancos o crescimento foi de 2% e nas contas de serviços básicos como água e luz, foi um aumento de 14%.

Ainda, conforme o presidente do CNDL – José Cesar da Costa, não temos um cenário otimista: “Este cenário só deve mudar quando a retomada da economia for percebida de fato pelos consumidores, ou seja, com a criação de novos empregos e o aumento renda”.

A maior parte dos inadimplentes – 17,6 milhões, refere-se a consumidores com idades entre 30 e 39 anos. Ou seja, 51% da população nesta faixa etária. Para consumidores com idades entre 25 e 29 anos, equivale a 44% de inadimplentes. Todavia, para os mais jovens, com idades entre 18 e 24 anos, a proporção cai para apenas 17%. Por outro lado, entre os idosos (65 a 84 anos), a inadimplência chega aos 33%.

A economista-chefe do SPC Brasil, Marcela Kawauti, reforça que não é baixo o número de consumidores que limpam o CPF e acabam retornando. Isso ocorre pelo mau uso do crédito e da falta de controle das próprias finanças. Nestes casos, é fundamental uma reorganização financeira, estabelecendo disciplina para que não se gaste mais do que ganha.

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