Neste ano, o Plano Real completa 30 anos de existência no Brasil. O pacote de medidas econômicas foi fundamental para que a economia pudesse se recuperar de um cenário de hiperinflação. Sendo assim, disputa com o Bolsa Família entre os programas mais importantes para o cenário do país das últimas décadas.
70% dos brasileiros enxergam o Real como uma base para uma economia mais estável
Pesquisa realizada pela Febraban apresenta percepção dos brasileiros em relação ao Real para a economia do país. Veja!
Nesse sentido, de acordo com uma pesquisa realizada pela Febraban, o Real é visto como a moeda que marcou o controle da inflação e representou a estabilidade econômica para a maior parte dos brasileiros (70%).
Conforme apontam os dados do estudo, o Plano Real foi importante em diversas dimensões socioeconômicas, principalmente no que se refere à estabilidade da moeda e da economia. Isso para 89% dos entrevistados.
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O Real como base para estabilidade econômica
Diante dessa realidade, o estudo da federação apresenta a percepção dos brasileiros entre os diferentes grupos sociodemográficos e aponta para os destaques entre aqueles que enxergam o Real como uma base para a estabilidade da economia do país. Desse modo, os principais grupos são:
- Homens (77%);
- Faixa de idade de 45 a 59 anos (77%);
- Nível de instrução superior (83%);
- Renda acima de 5 SM (83%).
Em contrapartida, tal visão sobre a moeda atual é menor entre a população jovem de 18 a 24 (55%); entre as mulheres (63%); nas camadas de escolaridade mais baixa (60%) e renda também inferior (60%).

Impacto do Plano Real na economia
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Por fim, vale destacar as informações que tratam sobre o impacto do Plano Real na economia na opinião dos brasileiros. Mesmo após 30 anos de implementação da medida. De modo geral, a avaliação é bastante positiva. Veja:
- Ótimo + Bom: 77%;
- Regular: 18%;
- Ruim + Péssimo: 2%.
A avaliação positiva atinge ou ultrapassa 80% entre os homens (81%); nas faixas de idade acima de 45 anos (80%); entre os que têm nível de instrução superior (87%); e na renda acima de 5 SM (86%).
Imagem: Ronnie Chua / Shutterstock.com
