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73% da população rejeita imposto adicional em bebidas açucaradas, revela estudo

Leia mais sobre a opinião dos brasileiros quanto ao aumento de impostos sobre refrigerantes e refrescos, além da visão sobre políticas de nutrição e obesidade.

Avatar de Bruna Machado Bruna Machado · · 2 min de leitura
imagem mostra tigela com açúcar

A proposta de aumento de impostos em bebidas açucaradas, parte da reforma tributária em análise, tem gerado controvérsia entre os brasileiros. Segundo dados recentes de uma pesquisa realizada pelo PoderData, a maioria da população não vê com bons olhos esse acréscimo nos impostos desses produtos.

O levantamento revela que 73% dos brasileiros são contra a elevação da taxação de refrigerantes e refrescos. Especificamente entre os adultos jovens, de 25 a 44 anos, a rejeição é ainda maior, com 8 em cada 10 entrevistados desaprovando a medida. Esses números demonstram uma forte resistência dos consumidores em aceitar um aumento de impostos nessa categoria de produtos.

Por que a resistência ao aumento de impostos em refrigerantes?

imagem mostra tigela com açúcar
Imagem: Faran Raufi / Unsplash

Embora seja uma medida destinada a desencorajar o consumo de bebidas açucaradas e combater a obesidade, 61% dos entrevistados não acreditam que essa ação possa efetivamente contribuir para a redução da incidência de obesidade no país.

Curiosamente, essa percepção também é observada quando se questiona a responsabilidade do consumo dessas bebidas no aumento de peso da população, com 66% dos participantes negando essa relação.

O papel do governo na informação nutricional

Enquanto a opinião sobre aumentar impostos é predominantemente negativa, há um consenso considerável sobre a necessidade de o governo fornecer informações mais claras sobre nutrição.

Segundo os dados, 77% dos entrevistados acreditam que deve haver um papel mais ativo do governo em informar a população sobre os produtos, mantendo, contudo, o princípio de que cada um é responsável por suas escolhas.

Visão geral da opinião pública sobre impostos em bebidas açucaradas e saúde pública

Resumindo, a proposta de aumentar os impostos sobre refrigerantes e refrescos parece estar longe de ser unanimemente aceita pela população brasileira. As preocupações com saúde pública não têm sido suficientes para convencer os consumidores da necessidade dessa medida.

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Além disso, há uma clara demanda por mais transparência e informações sobre nutrição, que poderiam ajudar as pessoas a fazer escolhas alimentares mais conscientes, sem necessariamente passar por aumentos tributários.

Imagem: Faran Raufi / Unsplash

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