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A briga do Nubank contra bancos tradicionais brasileiros no Cade

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A briga do Nubank contra bancos tradicionais brasileiros no Cade. O Nubank, maior fintech brasileira está entrando com um requerimento contra grandes bancos brasileiros. O Banco do Brasil, Bradesco, Caixa, Itaú e Santander são os alvos do Nubank no órgão antitruste brasileiro Cade. A denúncia se deve, segundo a revista Exame, por “supostas infrações à ordem econômica ao prejudicar a livre concorrência no mercado de emissão de cartões de crédito e exercer de forma abusiva posição dominante””. Isso prejudica a atividade de novas empresas no mercado emissão de cartões de crédito, como o Nubank.

Ou seja, essa prática dificulta que a Nubank contratate vários serviços bancários necessários. Como, por exemplo, débito automático, extrato intraday e serviços de banco liquidante. Outra dificuldade é que eles estariam restringindo o acesso a informações essenciais, como a identificação de remetente de recursos.

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Outra acusação do Nubank refere-se ao fato de que o Itaú estaria praticando assédio contra funcionários importantes da empresa. O Itaú, por intermédio de um analista sênior, estaria enviando mensagens para empregados do Nubank. Num período de dez dias, o analista sugeriu que 11 empregados da fintech encaminhassem o seu currículo.

Os alvos desses emails seriam desenvolvedores com conhecimento de tecnologias proprietárias da Nubank. E a fintech acredita que o objetivo é de enfraquecer um ponto que é essencial para a empresa.

A Nubank declarou que acredita na importância de um mercado livre para que seja possível escolher o melhor serviço. “Por isso, confiamos que as autoridades reguladoras continuarão a proteger e a estimular a competitividade no setor, garantindo que novos entrantes continuarão a ter espaço para inovar e oferecer mais e melhores opções para as pessoas”, afirmou um porta-voz.

Em contrapartida, o Itaú respondeu que sempre se pautou na livre iniciativa e vê a competição como algo positivo. “O banco refuta qualquer acusação de promover barreiras que dificultem a atividade de novos agentes de mercado e acrescenta que apresentará sua manifestação ao órgão de concorrência no devido prazo, confiante de que suas condutas serão consideradas legítimas.”

O Cade avaliará todas as questões e abriu um inquérito a respeito.

Posicionamento do Nubank

Segundo o site TecMundo, o Nubank enviou um comunicado oficial ao site com o objetivo de posicionar a marca a respeito da representação.

“Na Nubank, acreditamos que ter um mercado livre e competitivo garante que as pessoas tenham a liberdade de escolher os melhores serviços para elas, independente de qualquer restrição que o mercado imponha. Por isso, confiamos que as autoridades reguladoras continuarão a proteger e a estimular a competitividade no setor, garantindo que novos entrantes continuarão a ter espaço para

Posicionamento do Itaú

“O Itaú Unibanco, em seus mais de 90 anos de história, sempre se pautou pela livre iniciativa e entende que a competição é positiva não só para o sistema financeiro, mas para todo o país. O banco refuta qualquer acusação de promover barreiras que dificultem a atividade de novos agentes de mercado e acrescenta que apresentará sua manifestação ao órgão de concorrência no devido prazo, confiante de que suas condutas serão consideradas legitimas.” inovar e oferecer mais e melhores opções para as pessoas.”

Essa briga do Nubank contra bancos não tá parecendo com a guerra entre os taxistas e os motoristas do Uber? A revolução tecnológica está aí e não se pode brigar contra isso. Esperamos que o mercado seja justo e cada vez pense mais nos consumidores. Infelizmente, os consumidores são o lado mais fraco da história e é por isso que o Cade precisa interferir. Com isso, a livre concorrência precisa ser a mais justa possível, o que trará mais benefícios para a sociedade.

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Fontes: Tecmundo, Exame.

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