Um projeto de lei que prevê um adicional de 5% no valor da aposentadoria para mães deu mais um passo no Congresso Nacional. A proposta foi aprovada por uma comissão da Câmara dos Deputados, mas ainda precisa passar por outras etapas antes de entrar em vigor.
Adicional de 5% na aposentadoria para mães avança; saiba quem poderá receber
Projeto aprovado em comissão prevê adicional de 5% na aposentadoria para mães. Entenda quem pode ser beneficiada e o que falta para a medida virar lei.
A medida busca reconhecer o impacto da maternidade na vida profissional das mulheres, especialmente aquelas que interrompem a carreira ou reduzem sua participação no mercado de trabalho para cuidar dos filhos. Caso seja aprovada em definitivo, a mudança poderá beneficiar seguradas do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) que atenderem aos critérios previstos no texto.
Apesar da repercussão nas redes sociais, é importante destacar que o benefício ainda não está valendo. Como se trata de um projeto de lei, ele precisa ser analisado por outras comissões e, posteriormente, pelos plenários da Câmara e do Senado antes de seguir para sanção presidencial.
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O que prevê o projeto?
A proposta estabelece um adicional de 5% sobre o valor da aposentadoria para mães que cumprirem os requisitos definidos no projeto.
Segundo os autores, a iniciativa pretende compensar parte das desigualdades enfrentadas por mulheres durante a vida laboral em razão da maternidade. Muitas deixam temporariamente o emprego, reduzem a jornada ou enfrentam dificuldades para retornar ao mercado de trabalho após o nascimento dos filhos.
O percentual seria incorporado ao benefício mensal, aumentando o valor recebido pelas seguradas contempladas.
Quem poderá receber o adicional?
Como o texto ainda está em tramitação, os critérios definitivos podem sofrer alterações.
De forma geral, a proposta é direcionada às mulheres aposentadas que sejam mães e que atendam às condições estabelecidas no projeto de lei. Os detalhes sobre quantidade de filhos, modalidade de aposentadoria e demais exigências ainda poderão ser modificados durante a análise nas próximas fases do processo legislativo.
Por esse motivo, nenhuma aposentada pode solicitar o adicional neste momento.
A proposta já foi aprovada?
Não.
A aprovação ocorreu apenas em uma comissão da Câmara dos Deputados, etapa comum da tramitação legislativa. Isso significa que o projeto ainda será analisado por outros colegiados e, dependendo do caso, poderá seguir para votação no Plenário da Câmara, depois no Senado Federal e, somente se aprovado em todas essas fases, será encaminhado ao presidente da República para sanção ou veto.
Quando o benefício pode começar a valer?
Ainda não existe uma data definida.
Mesmo após a aprovação em comissão, a proposta precisa concluir toda a tramitação legislativa. Durante esse processo, os parlamentares podem apresentar emendas, modificar o texto ou até rejeitar integralmente a iniciativa.
Somente depois da sanção presidencial e da publicação da nova lei será possível definir quando o adicional passará a ser pago, caso o projeto seja aprovado sem impedimentos.
Por que o projeto foi apresentado?
Os defensores da proposta argumentam que a maternidade costuma provocar impactos financeiros permanentes na carreira das mulheres.
Além dos períodos de licença, muitas mães interrompem a atividade profissional para cuidar dos filhos ou aceitam empregos com jornadas mais flexíveis, o que pode resultar em menor tempo de contribuição e salários inferiores ao longo da vida.
O adicional seria uma forma de reconhecer esse impacto social e econômico durante a aposentadoria.
O INSS já está pagando esse adicional?
Não.
O INSS continua seguindo as regras atualmente previstas na legislação previdenciária. Como o projeto ainda não se transformou em lei, o instituto não realiza pagamentos relacionados ao adicional de 5%.
Qualquer informação indicando que já é possível solicitar o benefício não corresponde ao estágio atual da proposta.
O que as aposentadas devem fazer agora?
Neste momento, não é necessário apresentar nenhum pedido ao INSS.
A recomendação é acompanhar a tramitação oficial do projeto no Congresso Nacional e evitar compartilhar informações que indiquem aprovação definitiva ou pagamento imediato.
Caso a proposta seja transformada em lei, o governo federal deverá divulgar as regras de implementação, os critérios para concessão e a forma de solicitação do benefício.
Propostas previdenciárias costumam passar por mudanças
Projetos que alteram benefícios do INSS normalmente passam por um longo processo de discussão.
Durante a tramitação, é comum que parlamentares apresentem alterações, mudem os critérios de acesso ou ajustem os impactos financeiros da medida.
Por isso, o texto aprovado por uma comissão nem sempre corresponde à versão que eventualmente será sancionada.
Quem acompanha temas previdenciários deve observar sempre o andamento oficial da proposta antes de considerar qualquer mudança como definitiva.
O que muda para as aposentadas?
Na prática, ainda nada muda.
A aprovação em comissão representa um avanço importante para a proposta, mas não cria direito imediato ao adicional de 5%.
Enquanto o projeto não concluir todas as etapas previstas no processo legislativo, as aposentadorias continuam sendo pagas conforme as regras atuais do INSS.
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Para as mães aposentadas, o principal passo neste momento é acompanhar a evolução da proposta e aguardar uma definição oficial sobre sua aprovação definitiva.

O adicional de 5% para mães já pode ser solicitado ao INSS?
Não. A proposta ainda é um projeto de lei em tramitação no Congresso Nacional. Enquanto não for aprovada em todas as etapas e sancionada, o INSS não pode conceder o benefício.
Quem decide se o projeto realmente entrará em vigor?
Depois da aprovação nas comissões, a proposta ainda poderá passar pelo Plenário da Câmara dos Deputados, pelo Senado Federal e, por fim, dependerá da sanção do presidente da República.
O adicional será pago automaticamente?
Caso a proposta seja transformada em lei, a forma de concessão dependerá da regulamentação publicada pelo governo federal. Somente após essa etapa será possível saber se o pagamento será automático ou exigirá solicitação.
A medida vale para aposentadas por idade e por tempo de contribuição?
O texto ainda pode sofrer alterações durante a tramitação. Por isso, os critérios definitivos sobre quais modalidades de aposentadoria serão contempladas só serão conhecidos se o projeto for aprovado em definitivo.
Mulheres que já estão aposentadas poderão receber o adicional?
Essa definição também dependerá da redação final da lei. Durante a tramitação, os parlamentares podem alterar as regras sobre quem terá direito ao benefício.
O projeto pode ser rejeitado mesmo após a aprovação na comissão?
Sim. A aprovação em uma comissão representa apenas uma etapa do processo legislativo. O texto ainda pode ser modificado, rejeitado ou até arquivado nas fases seguintes.
O adicional de 5% altera o cálculo da aposentadoria?
Não necessariamente. A proposta prevê um acréscimo percentual sobre o valor do benefício para as seguradas que atenderem aos requisitos, sem mudar as regras atuais de cálculo da aposentadoria.
Existe previsão para o início dos pagamentos?
Não. Como o projeto ainda não foi aprovado definitivamente, não há calendário oficial para implantação ou pagamento do adicional.
Como acompanhar o andamento do projeto?
O andamento pode ser consultado no portal oficial da Câmara dos Deputados e, posteriormente, no Senado Federal, onde são divulgadas todas as etapas da tramitação legislativa.
É seguro compartilhar mensagens dizendo que o benefício já foi aprovado?
Não. Informações afirmando que o adicional já está liberado podem induzir aposentadas ao erro. O ideal é acompanhar apenas comunicados oficiais do Congresso Nacional e do INSS.
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