Além da recuperação judicial, a Americanas também está enfrentando diversas batalhas judiciais com os seus credores. Por isso, a empresa contratou o advogado de Lula, Cristiano Zanin, para defendê-la no Supremo Tribunal de Justiça (STJ).
Advogado de Lula na Lava Jato é contratado pela Americanas
Advogado de Lula é um dos sócios do Zanin Martins Advogados. Zanin deve atuar para reverter essa situação e conseguir a liberação dos valores
Zanin ganhou destaque nacional quando atuou como um dos defensores do presidente Lula durante as ações da Lava Jato. Além disso, atuou como coordenador jurídico da campanha para a presidência em 2022.
Agora, a Americanas o contratou para atuar em uma ação movida pelo BTG Pactual contra a varejista, já que banco contesta a ordem de liberação de R$ 1,2 bilhão que estão bloqueados na conta.
Americanas contrata advogado de Lula
Na segunda-feira (30), a Americanas entrou com um pedido de inclusão de advogados. No documento, a empresa informa a contratação de dois novos escritórios de advocacia – o Zanin Martins Advogados e o Brito Chaves Advogados Associados.
O advogado de Lula é um dos sócios do Zanin Martins Advogados. Ele irá atuar no STJ, onde os juízes estão discutindo sobre o bloqueio de mais de R$ 1 bilhão da Americanas pelo BTG Pactual.
No dia 19 de janeiro, a recuperação judicial da varejista foi aprovada pela Justiça do Rio de Janeiro. Assim, no dia 24 de janeiro, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) determinou que o BTG liberasse R$ 1,2 bilhão da empresa.
O banco recorreu ao STJ, e, no dia 25, o ministro Og Fernandes suspendeu a decisão do (TJ-RJ), mantendo o bloqueio do dinheiro por parte do BTG. Assim, Zanin deve atuar para reverter essa situação e conseguir a liberação dos valores.
Outras ações
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Além da ação movida pelo BTG, a Americanas também já foi alvo de outros bancos, como Bradesco, Itaú, Safra e Santander. O primeiro pretende entrar com ações no Brasil e nos Estados Unidos.
Na Comissão de Valores Mobiliário (CVM) também foram abertos processos contra a varejista. São sete processos públicos e dois inquéritos administrativos movidos contra a Americanas.
Imagem: Isaac Fontana / Shutterstock
