Existe um ditado popular famoso no Brasil que diz “dinheiro não compra felicidade”. Contudo, como todo conhecimento não científico, ele não tem embasamento. Dessa forma, será mesmo que a relação entre felicidade e dinheiro é tão independente assim?
Afinal, dinheiro compra ou não compra felicidade?
Muito se fala por aí que dinheiro não compra felicidade. Contudo, será que essa afirmação está correta? Descubra aqui.
Um estudo recente no jornal estado-unidense Proceedings of the National Academy of Sciences provou que a felicidade está diretamente relacionada ao dinheiro. Ou seja, quanto maior o salário que a pessoa recebe, mais feliz ela é.
Contudo, ter bons salários não é apenas a única fonte de alegria das pessoas. Isso porque, um final de semana de descanso, tem o mesmo efeito que um aumento de 4 vezes no salário. Ou seja, dinheiro compra felicidade, mas não toda ela.
Dinheiro compra felicidade, diz estudo
Esse não é o primeiro estudo sobre a relação entre salário e alegria. Contudo, trouxe atualizações sobre um primeiro estudo publicado, em 2010, pelo ganhador do Prêmio Nobel, Kahneman, que analisou sobre a felicidade aumentar na mesma proporção que o dinheiro, mas havia um limite.
Esse limite era um salário de U$75 mil mensais. Ou seja, se a pessoa ganhasse U$75 mil mensais, ou R$500 mil mensais, seriam felizes da mesma forma. Entretanto, a nova publicação provou que esse limite não existe mais. Dessa forma, quanto mais dinheiro se ganha, mais feliz se é.
Existe um limite para a felicidade atrelada ao salário
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Entretanto, a nova pesquisa não coletou informações suficientes para faixas salariais acima dos U$500 mil. Sendo assim, não é possível estabelecer um limite de dinheiro que compre a felicidade. Porém, existem duas possibilidades.
À vista disso, ou as pessoas com salários acima dos U$500 mil estavam felizes demais e não tinham tempo para responder pesquisas, ou preocupadas além da conta que nem viram que tinham um estudo a participar.
Imagem: All kind of people / Shutterstock
