Na última segunda-feira (20), o presidente-executivo da Amazon, Andy Jassy, anunciou uma nova rodada de cortes. Assim, dessa vez, serão demitidos pelo menos 9 mil funcionários. Dessa forma, em novembro de 2022, a empresa norte-americana afirmou que pretendia demitir cerca de 10 mil trabalhadores. No entanto, Jassy afirmou que serão 18 mil pessoas demitidas.
Amazon vai demitir mais 9 mil funcionários em todo o mundo
O presidente-executivo da Amazon, Andy Jassy, anunciou uma nova rodada de cortes. Confira o motivo das demissões
Portanto, com esta nova rodada de demissões em massa, com somente três meses de intervalo, já são quase 30 mil funcionários demitidos na Amazon, que contava com mais de 1,5 milhão de trabalhadores, sendo a segunda maior empregadora privada dos Estados Unidos, ficando atrás somente do Walmart, de acordo com a Reuters.
Setores afetados
À vista disso, segundo Andy Jassy, após concluir a segunda fase do plano operacional na semana passada, a Amazon decidiu cortar cerca de 9 mil cargos, especialmente nas áreas de AWS, PXT, publicidade e Twitch.
Dessa forma, assim como outras gigantes da tecnologia, a Amazon alega que a reformulação do quadro funcional se deve à instabilidade econômica do momento. E, assim, optou por simplificar os custos e o número de funcionários.
Demissões nas Big Techs
Enfim, com a nova rodada de cortes na Amazon, o número de pessoas demitidas nas ‘Big Techs’ já chega a 70 mil funcionários, sendo:
- Amazon – janeiro: 18 mil funcionários / março: 9 mil funcionários;
- Alphabet (Google): 12 mil funcionários;
- Meta (Facebook/Instagram/WhatsApp): em novembro foram 11 mil funcionários e em março foram 10 mil funcionários;
- Microsoft: 10 mil funcionários.
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Em síntese, essas grandes empresas de tecnologia, que tiveram um alto crescimento em 2020, se encontram nessa situação atualmente devido ao cenário econômico atual, com altas frequentes da taxa de juros nos Estados Unidos, no intuito de conter a inflação.
Assim, as empresas têm diminuído seus gastos com publicidade, o que impacta diretamente essas companhias de tecnologia que dependem destes anúncios.
Imagem: Tada Images/ Shutterstock
