A Agência Nacional de Aviação Civil (Anac) suspendeu, desde terça-feira (14), a venda de passagens aéreas com destino ao Aeroporto Salgado Filho, em Porto Alegre.
Essa medida, tomada em conjunto com a concessionária Fraport, administradora do aeroporto, é decorrente das inundações que assolam a região e ocasionaram o fechamento do local por tempo indeterminado.
Por que a venda de passagens foi suspensa pela Anac?

As inundações não só causaram danos materiais significativos, mas também levantaram preocupações sobre a segurança dos passageiros e tripulações.
O primeiro pavimento, a pista e o estacionamento do aeroporto foram completamente invadidos pelas águas, o que levou à suspensão total das operações de pouso e decolagem desde o dia 3 de maio.
Quais são as medidas provisórias?
Enquanto aguardamos a normalização da situação, autoridades e gestores do aeroporto concentram esforços na recuperação das áreas afetadas e na implementação de estratégias para garantir a retomada segura das operações.
Os passageiros afetados estão sendo assistidos pelas companhias aéreas. A saber, algumas estão oferecendo a redistribuição de voos para aeroportos próximos, como o Aeroporto de Canoas.
Desafios ampliados: o impacto do aumento do Rio Guaíba
Além dos desafios já presentes, a região enfrenta uma situação ainda mais complexa com o aumento do nível do Rio Guaíba. As previsões dos especialistas indicam que a água só começará a baixar daqui a aproximadamente 30 a 32 dias.
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Esse cenário aponta para um período prolongado de esforços de reconstrução e recuperação para o Aeroporto Salgado Filho. A restauração das operações aéreas e da infraestrutura danificada será um processo que demandará tempo significativo, prolongando os impactos dessa crise sobre a região.
Imagem: Unsplash/Rocker Sta
