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Animais na Cobasi: Polícia quer saber quem decidiu deixar os bichos na loja

Alagamento no Shopping Praia de Belas causou a morte de animais em uma unidade da Cobasi em Porto Alegre. Veja como está a investigação!

Um caso chocante recentemente abalou a capital gaúcha: durante uma enchente, animais foram abandonados em uma unidade da Cobasi em Porto Alegre.

Diante da gravidade da situação, a Polícia Civil do Rio Grande do Sul iniciou uma investigação para esclarecer as circunstâncias que levaram à morte desses animais.

A confirmação do falecimento dos animais afogados foi anunciada pela própria Cobasi na última sexta-feira (17), provocando grande comoção e indignação na comunidade.

Qual foi a reação do Shopping e da Cobasi?

Cachorro em um carrinho dentro de petshop
Imagem: Reprodução / Freepik

O Shopping Praia de Belas, onde o incidente ocorreu, informou ter alertado a Cobasi sobre o risco de inundação severa. A gerência do shopping afirmou que havia oferecido assistência necessária para garantir o acesso seguro ao local.

Por outro lado, a Cobasi, responsável pelo petshop, explicou que a evacuação ocorreu de modo emergencial, seguindo as orientações das autoridades locais, garantindo que todos os animais ficassem seguros e bem providos até que fosse possível o retorno dos colaboradores, o que, infelizmente, foi retardado pela gravidade da inundação.

Investigação policial e possíveis consequências legais

A Delegada Samieh Saleh, da Delegacia de Proteção ao Meio Ambiente (Dema), informou que os donos do petshop localizado no Shopping Praia de Belas, em Porto Alegre, serão interrogados ainda nesta semana.

Posteriormente, representantes do shopping já prestaram depoimento, e agora a investigação busca determinar se houve negligência ou omissão por parte dos responsáveis pelo petshop.

Autoridades e ONG tentam acesso ao local afetado

No domingo (19), policiais da Dema, bombeiros e membros da ONG Princípio Animal, que denunciou o caso, tentaram acessar o local, porém a água impediu sua entrada. Eles planejam retornar assim que as condições permitirem.

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A delegada enfatiza que a investigação visa determinar se houve “responsabilidade de alguém” e como foi decidido não retirar os animais do local antes da inundação.

Imagem: Reprodução / Freepik