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Após decisão do STF, como vai funcionar o rendimento do saldo do FGTS?

Saiba mais informações sobre a nova forma de correção do rendimento do saldo do FGTS após a decisão do STF!

O Supremo Tribunal Federal (STF) tomou recentemente uma decisão que marca um novo capítulo no gerenciamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço. Nesse sentido, a suprema corte do país decidiu alterar a forma de correção do saldo do FGTS. Isso garante que o rendimento mínimo esteja atrelado à taxa de inflação.

Sendo assim, essa mudança impacta diretamente milhões de trabalhadores sob o regime da CLT, modificando a forma como seus depósitos no fundo são valorizados ao longo do tempo. Continue a leitura para mais informações!

Como ficou a mudança rendimento do saldo do FGTS?

frente do STF, com a foto de estátua da justiça e o logo do FGTS
Imagem: Fellip Agner / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital

Anteriormente, o rendimento tinha seu cálculo baseando-se na Taxa Referencial (TR) somada a um acréscimo de 3% ao ano. Contudo, essa métrica muitas vezes não conseguia suplantar a inflação, ocasionando perdas reais para os trabalhadores. Essa mudança normativa do STF busca adequar o rendimento do saldo do FGTS à realidade econômica atual e proteger o poder aquisitivo dos brasileiros.

O novo método de correção manda que todo cálculo de rendimento do FGTS deverá proporcionar um retorno que se iguale ou supere a inflação, medida pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Isto assegura que os trabalhadores, ao retirarem seu dinheiro do fundo, poderão desfrutar de uma valorização que ao menos preserve o poder de compra dos montantes originalmente depositados.

Por que a mudança nas regras é importante?

Com a antiga sistemática de correção, muitos trabalhadores encontravam-se numa posição desfavorável, em que os valores poupados em suas contas do FGTS não mantinham seu poder aquisitivo frente à inflação. Isso representava um grande impacto negativo, sobretudo nos casos de longo prazo, como no planejamento da aposentadoria ou na aquisição de imóveis.

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A atualização das regras vem justamente para corrigir essa defasagem, oferecendo um modelo mais justo e equilibrado de correção no rendimento do saldo do FGTS.

Imagem: Fellip Agner / shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital