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Argentina e Uruguai também começam a sofrer com inundações vindas do RS

As cheias no Rio Grande do Sul estão causando inundações devastadoras na Argentina e Uruguai. Saiba mais!

As tempestades que recentemente assolaram o estado do Rio Grande do Sul não se limitaram apenas às fronteiras brasileiras, estendendo-se agora para a Argentina e o Uruguai desde a última segunda-feira (13).

O impacto dessas chuvas torrenciais já forçou cerca de 4 mil pessoas a abandonarem suas residências em busca de abrigo seguro, longe das áreas mais afetadas. Diante dessa crise emergente, urge uma análise detalhada das condições que desencadearam esses eventos climáticos extremos.

Quais áreas as cheias mais afetaram no Uruguai?

Visão aérea da cidade de Concórdia, Uruguai, tomada pela enchente
Imagem: Reprodução/Twitter

No Uruguai, o impacto do desastre natural concentrou-se principalmente no estado de Paysandú, situado na fronteira com a Argentina. De acordo com o Sistema Nacional de Emergências do Uruguai (Sinae), 1.173 pessoas foram desalojadas apenas nessa região. Além disso, outros estados, como Artigas, Cerro Largo e Rocha, também relataram números significativos de evacuações.

A inundação não apenas forçou o deslocamento das comunidades locais, mas também comprometeu áreas agrícolas cruciais para a economia, afetando colheitas de soja, arroz, milho, cana-de-açúcar e diversas frutas.

Como está a situação na Argentina?

Na Argentina, a província de Entre Ríos, com destaque para a cidade de Concórdia, emergiu como uma das áreas mais atingidas. Autoridades municipais e agências de resposta a emergências estão mobilizadas em esforços incessantes para evacuar e prover abrigo aos afetados.

Até o momento, 579 pessoas precisaram evacuar dessa região. Há uma crescente preocupação com a possibilidade de o nível do rio Uruguai continuar a subir, potencializando os danos e aumentando o número de deslocados.

Quais são as previsões e medidas de contenção no Uruguai e Argentina?

A previsão meteorológica indica que o nível das águas pode demorar a recuar, similarmente ao que ocorreu em inundações anteriores onde os retornos aos lares levaram de 30 a 45 dias.

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Frente a estes desafios, as autoridades locais e nacionais estão mobilizando recursos incluindo as Forças Armadas e bombeiros para resgates e realocação das populações mais afetadas.

Imagem: Reprodução/Twitter