Em 2020, a deputada Erika Kokay (PT-DF) e o ex-deputado Assis Carvalho (PT-PI) apresentaram um texto que propõe um auxílio de R$ 1.200,00 para mães solteiras. Assim, recentemente, surgiram rumores de que o auxílio será incluído no Bolsa Família.
Auxílio de R$ 1.200 para alguns beneficiários do Bolsa Família é liberado por Lula
Em 2020, deputados do PT apresentaram um texto que propõe um auxílio de R$ 1.200,00. Confira quem terá direito.
Dessa forma, o benefício contemplará as mães solteiras com duas parcelas referentes ao extinto Auxílio Emergencial. Entretanto, ainda não foi analisada em caráter conclusivo.
Auxílio Mãe Solteira
Portanto, o Projeto de Lei (PL) nº 2.099/20, que prevê o salário adicional ao Bolsa Família, está tramitando no Congresso Nacional, porém não há previsão para ser apreciado. Assim, após ser aprovado, o auxílio será pago às mães chefes de famílias monoparentais, no valor de R$ 1.200,00.
Regras para receber o Auxílio de R$ 1.200,00
Em síntese, o principal critério para receber o Auxílio Mãe Solteira é a beneficiária estar inscrita no Cadastro Único (CadÚnico). Dessa forma, poderão receber:
- Mulheres maiores de idade;
- Não estar trabalhando com carteira de trabalho;
- Não ter companheiro ou cônjuge;
- Não participar de outro programa de transferência do governo federal;
- Ter renda mensal de até meio salário mínimo (R$ 651,00) por pessoa ou renda familiar de três salários mínimos (R$ 3.906,00);
- Ter pelo um filho menor de idade sob sua responsabilidade;
- Não receber nenhum benefício do Instituto Nacional do Seguro Social (INSS);
- Não estar recebendo seguro-desemprego.
Cadastro
No entanto, ainda não há nada oficial acerca do novo auxílio. Então, ainda não é possível se cadastrar para receber o Auxílio Mãe Solteira.
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Portanto, para ser aprovada, é necessário que a proposta passe pelas seguintes etapas:
- Análise nas Comissões de Finanças e Tributação (CFT);
- Análise na Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC);
- Caso seja aprovada nas Comissões acima, a proposta seguirá para o Senado para ser votada e, então, seguirá para sanção presidencial.
Imagem: Jeane de Oliveira / Agência Senado
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