Na última quarta-feira (19), o Bitcoin voltou para os níveis abaixo dos US$ 30 mil e chegou a perder US$ 1 mil em poucos minutos. Como o habitual, a queda influenciou a movimentação de todo o mercado e diversos ativos começaram a registrar perdas. O Ethereum despencou 5,6%.
Bitcoin tem desvalorização de R$ 5 mil em poucos minutos; o que aconteceu?
O Bitcoin que conseguiu superar a marca dos US$ 30 mil sofreu uma queda significativa nos últimos dias. Entenda!
Segundo analistas do setor, o motivo principal para a desvalorização ainda não está claro. Contudo, é possível apontar fatores que podem explicar a situação mais recente. Vale ressaltar que houve uma venda massiva de BTC pela Binance. O valor chegou a R$ 2,37 bilhões.
Outra questão importante está relacionada com a cotação do ouro e com as informações divulgadas a respeito do cenário econômico no Reino Unido. Por lá, a inflação continua avançando e está 10,4% no acumulado de 12 meses. A taxa está bem distante da meta.
Bitcoin X Ouro
Os analistas apontam que a cotação do ouro registrou uma queda que durou por algumas horas na madrugada de quarta-feira. A redução foi de 1,75% no período. Logo depois, o Bitcoin começou a despencar. Assim, é possível que o mineral tenha influenciado a criptomoeda.
No entanto, na manhã da quarta-feira, o ouro já começava a apresentar sinais de recuperação. Dessa forma, acreditava-se que o Bitcoin pudesse seguir a mesma trajetória. Até o momento desta publicação, porém, o ativo continua em baixa.
Correlação entre Bitcoin e Ouro
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O Bitcoin e o ouro são frequentemente comparados como ativos de reserva de valor, e ambos são considerados alternativas ao dinheiro fiduciário. Ambos também são escassos em quantidade, o que significa que sua oferta é limitada e eles são difíceis de serem produzidos em massa.
É importante reforçar que isso pode variar ao longo do tempo, dependendo das condições do mercado e da economia global. Em geral, há uma tendência de aumento da correlação em períodos de incerteza econômica e instabilidade geopolítica, em que os investidores tendem a buscar ativos mais seguros e de menor risco.
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