Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Bitcoin tem desvalorização de R$ 5 mil em poucos minutos; o que aconteceu?

O Bitcoin que conseguiu superar a marca dos US$ 30 mil sofreu uma queda significativa nos últimos dias. Entenda!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Moeda de Bitcoin com linhas de gráficos em vermelho ao fundo

Na última quarta-feira (19), o Bitcoin voltou para os níveis abaixo dos US$ 30 mil e chegou a perder US$ 1 mil em poucos minutos. Como o habitual, a queda influenciou a movimentação de todo o mercado e diversos ativos começaram a registrar perdas. O Ethereum despencou 5,6%. 

Segundo analistas do setor, o motivo principal para a desvalorização ainda não está claro. Contudo, é possível apontar fatores que podem explicar a situação mais recente. Vale ressaltar que houve uma venda massiva de BTC pela Binance. O valor chegou a R$ 2,37 bilhões. 

Outra questão importante está relacionada com a cotação do ouro e com as informações divulgadas a respeito do cenário econômico no Reino Unido. Por lá, a inflação continua avançando e está 10,4% no acumulado de 12 meses. A taxa está bem distante da meta. 

Bitcoin X Ouro 

Os analistas apontam que a cotação do ouro registrou uma queda que durou por algumas horas na madrugada de quarta-feira. A redução foi de 1,75% no período. Logo depois, o Bitcoin começou a despencar. Assim, é possível que o mineral tenha influenciado a criptomoeda

No entanto, na manhã da quarta-feira, o ouro já começava a apresentar sinais de recuperação. Dessa forma, acreditava-se que o Bitcoin pudesse seguir a mesma trajetória. Até o momento desta publicação, porém, o ativo continua em baixa. 

Correlação entre Bitcoin e Ouro 

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

O Bitcoin e o ouro são frequentemente comparados como ativos de reserva de valor, e ambos são considerados alternativas ao dinheiro fiduciário. Ambos também são escassos em quantidade, o que significa que sua oferta é limitada e eles são difíceis de serem produzidos em massa.

É importante reforçar que isso pode variar ao longo do tempo, dependendo das condições do mercado e da economia global. Em geral, há uma tendência de aumento da correlação em períodos de incerteza econômica e instabilidade geopolítica, em que os investidores tendem a buscar ativos mais seguros e de menor risco.

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

Topicos relacionados