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Bolsa de Valores passa a funcionar em horário ampliado

Devido ao fim do horário de verão norte-americano, a partir desta segunda-feira (7), a Bolsa de Valores irá operar por mais tempo.

Djamilla Ribeiro MartinsPor Djamilla Ribeiro Martins2 min de leitura
Bolsa de Valores B3

Devido ao fim do horário de verão norte-americano, a partir desta segunda-feira (7), a Bolsa de Valores de São Paulo irá operar por mais tempo.

De acordo com um ofício enviado pela B3 no dia 30 de setembro, com a ampliação do horário, o término das negociações passará das 17h para as 17h55. Assim, no mercado a termo, as negociações vão das 10h às 18h25. Já no mercado de opções, o funcionamento será das 10h05 às 17h55. 

“Essas alterações ocorrem durante o início e o fim do horário de verão americano para que o investidor possa acompanhar o funcionamento do mercado sem que haja qualquer lacuna envolvendo as negociações”, explicou o comunicado. 

Contudo, a B3 não informou até quando a nova grade horária estará em vigor.

Investimento estrangeiro na Bolsa de Valores

Em outubro, foram aplicados R$ 14,1 bilhões na B3 (Bolsa de Valores de São Paulo) por investidores estrangeiros. Dessa forma, esse foi o 8º resultado mensal positivo em 2022. O Ibovespa, principal índice, teve crescimento de 5,45% em outubro e fechou aos 116.037. 

Assim, o mercado de ações foi o melhor investimento do mês passado, com rentabilidade superior aos demais.

A fuga de capital estrangeiro aconteceu somente em abril (R$ 7,7 bilhões), maio (R$ 6,2 bilhões) e setembro (R$ 0,1 bilhão).

Além disso, os investidores estrangeiros colocaram R$ 500 milhões na Bolsa de Valores no dia 1º de novembro. Em 2022, o saldo está positivo em R$ 84,7 bilhões. Ademais, considerando as ofertas iniciais (IPOs) e secundárias (follow-ons), o resultado no ano fica positivo em R$ 102,2 bilhões.

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Lula presidente

Embora tenha sido eleito, Luiz Inácio Lula da Silva (PT) não era o nome favorito do mercado. Jair Messias Bolsonaro (PL) era visto como mais liberal, enquanto o presidente eleito busca por um Estado forte, com intervenção nas estatais e maior gasto público.

Todavia, alguns setores devem se beneficiar mais durante o terceiro mandato de Lula, como os segmentos de educação e construção civil, por exemplo.

Imagem: rafapress/shutterstock.com

Djamilla Ribeiro Martins

Autor

Djamilla Ribeiro Martins

Djamila Martins é formada em Tecnologia em Gestão Empresarial (Processos Gerenciais) pela FATEC de Santos, Licenciada em Letras pelo Instituto Federal de São Paulo e também graduada em Pedagogia pela Universidade de Marília. Com uma base sólida em educação e gestão, alia conhecimento técnico e sensibilidade didática para contribuir com conteúdos informativos, acessíveis e confiáveis no portal Seu Crédito Digital, com foco em cidadania, economia e serviços públicos.

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