Se você está com problemas financeiros e ansioso pelo início do pagamento do auxílio emergencial do governo, que pode ser de R$ 600 ou R$ 1200, dependendo do caso, saiba que ele está muito perto de chegar no seu bolso. O presidente Jair Bolsonaro disse que a previsão para início dos pagamentos é na próxima semana. Além disso, Bolsonaro deve assinar ainda hoje (02/04) a medida provisória MP para liberar os R$ 98 milhões necessários, beneficiando cerca de 54 milhões de brasileiros durante a crise do coronavírus. O coronavoucher, como também é chamado, vai beneficiar trabalhadores informais, microempreendedores individuais (MEI) e desempregados.

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Bolsonaro promete início do pagamento do auxílio emergencial de R$ 600 na semana que vem

Bolsonaro disse que os preparativos para o início do pagamento do auxílio emergencial “está a todo vapor. Semana que vem começa a pagar”. Entretanto, o presidente lembrou que ainda são necessários alguns ajustes burocráticos e financeiros. Na entrevista matinal na entrada do Palácio do Planalto, Bolsonaro disse: “eu assinei ontem (01/04) e vou assinar outra medida provisória, porque não adianta dar um cheque sem fundo. Tem que ter o crédito também”.

Ao ser questionado sobre a demora para o início do pagamento do auxílio emergencial, o presidente disse que “A burocracia é enorme. Uma canetada minha errada é crime de responsabilidade. Dá para você entender isso? Ou vocês querem que eu cave a minha própria sepultura? Não vou dar esse prazer para vocês”.

Benefício de Prestação Continuada

Bolsonaro também foi contestado sobre os vetos do projeto que ampliava o limite mínimo de renda para a concessão do Benefício de Prestação Continuada (BPC). De acordo com informação do governo, isso custaria mais R$ 200 milhões ao ano para os cofres públicos.

Além disso, Bolsonaro também disse que não há dinheiro para o pagamento a um número maior de beneficiários: “Qual a fonte? O Congresso não apresentou a fonte”. O BPC beneficia idosos e pessoas com deficiência que não são aposentadas e fazem parte de famílias com renda de até meio salário-mínimo (R$ 522,50) por pessoa.

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Imagem: Agência Brasil