A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) pode isentar Jair Bolsonaro (PL) do indiciamento sobre o caso da invasão ao Congresso Nacional. No entanto, os generais G.Dias e Dutra não contarão com a mesma vantagem e, possivelmente, serão alvos de nova decisão.
Bolsonaro pode respirar aliviado após decisão de CPI; confira
A decisão da CPI determina em seu relatório final que pode isentar Bolsonaro de indiciamento. Veja novas informações!
O ex-presidente pode respirar aliviado caso não aprovem documento que será pauta de votação em breve. Um dos determinantes para a decisão final é a discordância do relator da CPI sobre o relatório. Confira mais informações sobre as possibilidades na matéria.
Relatório final pode isentar Bolsonaro

A Comissão Parlamentar Mista de Inquéritos (CPMI) aprovou recentemente um relatório da senadora Eliziane Gama, do PSD. O documento sugere que Bolsonaro seja indiciado por participação intelectual dos ataques de 8 de janeiro, o que gera um acúmulo de 29 anos de prisão em caso de pena máxima aplicada.
No entanto, o relator da CPI, Hermeto (MDB) acredita que a guerra entre os posicionamentos políticos da esquerda e da direita influenciou negativamente o relatório da CPMI. Ele também não deseja indiciar quem ainda não prestou depoimento na CPI. Por fim, a votação para a decisão final ocorrerá no próximo mês.
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Decisão da CPI pode isentar Bolsonaro, mas inclui G.Dias e Dutra
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Enquanto Bolsonaro pode sair da mira da investigação, dois generais podem ser indiciados no caso. Assim, o primeiro é Gonçalves Dias, ex-ministro do Gabinete de Segurança Institucional (GSI). A participação do general consiste em sua omissão diante aos avisos de invasão do Congresso Nacional.
Entretanto, o general Dutra, que atuava no Comando Militar do Planalto, também se encontra sob risco de indiciamento. A CPI pode determinar que ele também foi omisso com a presença de acampamentos de apoiadores do ex-presidente diante do Quartel General do Exército de Brasília. Além das figuras citadas, outros 100 nomes podem sofrer com a decisão final da comissão.
Imagem: ettore chiereguini / shutterstock.com
