Brasil ‘acertou a mão na economia’ e está no caminho certo, segundo a Febraban
A Febraban emitiu uma nota oficial em que trata sobre os acertos da economia brasileira a partir dos últimos acontecimentos. Veja!
Por Rafaela Medolago
Em meio a uma série de acontecimentos positivos na economia brasileira, a Federação Brasileira de Bancos (Febraban) celebra a aprovação da reforma tributária e o crescimento da nota de crédito do Brasil pela S&P Global, uma das maiores agências de classificação de risco do mundo.
Isaac Sidney, presidente da Febraban, expressou empolgação em forma de nota oficial. Nesse sentido, declarou que o país “acertou a mão na economia” em 2023, dando passos firmes na direção certa.
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Sob a perspectiva da economia, destaca-se o trabalho do ministro da Fazenda, Fernando Haddad, do presidente do Banco Central, Roberto Campos Neto, e do Congresso Nacional. Segundo Sidney, reforçam o compromisso do Brasil com reformas e uma abordagem pragmática na administração da política econômica e monetária.
Como as reformas podem influenciar na economia brasileira?
No texto publicado, o presidente da Febraban ainda ressalta a aprovação da reforma tributária e a necessidade de o Congresso focar, a partir de agora, na reforma administrativa como pontos positivos para a economia brasileira.
Em suas palavras, a reforma “apesar do seu longo prazo de implementação, é uma reforma estrutural que mexe com as perspectivas. Desse modo, permitirá ganhos significativos de eficiência e produtividade para a nossa economia”.
A Febraban reforça o apoio à reforma administrativa, classificada como uma possível nova prioridade para o governo. Acredita-se que essa reforma consolidará o equilíbrio fiscal e auxiliará as prioridades na área social.
Imagem: Ronnie Chua / Shutterstock.com
Nota de crédito do Brasil
Na última terça-feira (19/12), a S&P elevou a nota de crédito do Brasil, o chamado “rating”, de “BB-” para “BB”, com uma perspectiva estável. Apesar de ainda estarmos no território especulativo, esta é uma melhora considerável que coloca o país dois degraus abaixo do chamado grau de investimento.
Esta elevação na nota é um termômetro importante para o mercado e para a economia, uma vez que sinaliza que a agência de classificação vê o Brasil com maior capacidade de honrar seus compromissos financeiros. Contudo, segundo a Febraban, mesmo com esse progresso, é preciso manter a atenção no quadro fiscal do país, sobretudo no controle dos gastos.