Na última terça-feira (24), muitos brasileiros foram impedidos de trabalhar. O fato se deu quando pelo menos seis estações de trem do Rio de Janeiro foram interditadas, resultando na falta de locomoção de muitos cariocas que dependem do transporte coletivo.
Brasileiros foram impedidos de trabalhar e motivo pode chocar; veja
Nesta semana, brasileiros foram impedidos de trabalhar por motivo chocante. Confira os detalhes sobre o assunto!
A cidade está sob alerta, depois de ataques ocorridos na segunda-feira (23). A fim de garantir a segurança pública, as estações teriam parado de funcionar. Continue lendo e confira mais detalhes sobre o tema!
Brasileiros impedidos de trabalhar por conta de ataques
Seis estações de trem, localizadas na região oeste da cidade, ficaram inoperantes por aproximadamente três horas durante a tarde de terça-feira, 24. Além disso, a partir das 17h, os trens com destino a Santa Cruz partiram da Central do Brasil. Contudo, mantendo um intervalo de cerca de 15 minutos entre eles.

Por outro lado, no sentido contrário, em direção à Central do Brasil, as estações foram reabertas exclusivamente para permitir o desembarque dos passageiros. A empresa que administra os trens urbanos, a Supervia, divulgou em seus canais oficiais que todos os passageiros deveriam ficar atentos às comunicações.
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Ataques no Rio de Janeiro
Segundo a empresa, a interrupção do serviço seria por conta de uma manutenção de emergência. No entanto, a medida pode ter ocorrido, também, por prevenção aos ataques aos ônibus no dia anterior. Assim, a manutenção ocorreu nas estações entre Benjamim do Monte e Santa Cruz, ambas na Zona Oeste, local em que ocorreram os ataques.
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Na segunda-feira (23), a Zona Leste foi o alvo principal de diversos ataques de milícias. Segundo informações divulgadas pelas empresas de ônibus, foram 35 coletivos e uma cabine de trem incendiados. A ação criminosa é uma represália das milícias cariocas à morte de um dos líderes do movimento, Matheus Rezende, conhecido como Faustão.
Por enquanto, oito pessoas foram presas, mas ainda não há informação sobre a liderança dos ataques. Enquanto isso, moradores seguem com medo, e muitos não conseguem ir trabalhar pelas alterações no transporte público municipal.
Imagem: Asier Romero/shutterstock.com
