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CAIXA libera saque de R$ 6.220; confira os requisitos e prazos

A CAIXA liberou o saque de R$ 6.220 do FGTS para moradores de São Borja (RS). Confira requisitos, documentos, prazos e como solicitar.

Helena SerpaPor Helena Serpa5 min de leitura
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A partir desta quarta-feira, 1º de outubro de 2025, a Caixa Econômica Federal (CAIXA) liberou a solicitação do saque de R$ 6.220 para os trabalhadores residentes em São Borja, no Rio Grande do Sul. A medida amplia a lista de municípios com direito ao Saque Calamidade do FGTS, voltado para cidadãos que tiveram suas residências afetadas por desastres naturais.

O benefício busca garantir apoio financeiro emergencial em momentos de vulnerabilidade. Para ter acesso ao valor, os moradores precisam atender aos critérios estabelecidos, respeitar os prazos e apresentar a documentação exigida.

Prazos para solicitar o saque

caixa
Imagem: Freepik/ Edição: Seu Crédito Digital

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Período de solicitação

O prazo para requerer o saque em São Borja vai de 01/10/2025 a 14/10/2025.

Onde solicitar

O processo pode ser feito diretamente pelo aplicativo FGTS, disponível para sistemas Android e iOS, sem a necessidade de comparecer presencialmente a uma agência. A ida até uma unidade física será necessária apenas em casos específicos ou por preferência do trabalhador.

O que é o Saque Calamidade do FGTS?

O saque especial de até R$ 6.220 faz parte da modalidade Saque Calamidade do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Objetivo

A medida foi criada para atender trabalhadores que sofreram perdas materiais em decorrência de desastres naturais, como:

  • enchentes;
  • inundações;
  • deslizamentos;
  • vendavais, ciclones e tempestades;
  • rompimento de barragens, entre outros.

Limite do benefício

Cada trabalhador pode sacar até R$ 6.220, limitado ao saldo disponível na conta do FGTS. O saque só pode ser solicitado uma vez a cada 12 meses, por evento reconhecido oficialmente pela Defesa Civil municipal.

Quem pode solicitar o saque de R$ 6.220?

Para ter acesso ao valor, o trabalhador deve:

  • Ter residência comprovada no município de São Borja (RS);
  • Morar em área afetada por calamidade pública oficialmente reconhecida;
  • Possuir saldo disponível em conta vinculada ao FGTS;
  • Apresentar documentos exigidos pela CAIXA.

Documentos necessários para solicitação

Os moradores de São Borja que desejam realizar o saque precisam reunir os seguintes documentos:

  • Documento oficial de identificação com foto (RG ou CNH);
  • CPF e Carteira de Trabalho;
  • Comprovante do endereço;
  • Foto do solicitante segurando o documento de identidade;
  • Declaração oficial da prefeitura (caso não haja comprovante de residência).

Como solicitar o saque pelo aplicativo FGTS

A solicitação do saque pode ser feita de forma totalmente digital. Veja o passo a passo:

Passo 1 – Acesse o aplicativo FGTS

Baixe ou abra o app FGTS, disponível para Android e iOS.

Passo 2 – Acesse a opção “Meus Saques”

Dentro do aplicativo, clique em “Meus Saques” e depois selecione a opção “Outras Situações de Saques”.

Passo 3 – Informe o município

Digite São Borja no campo correspondente e selecione o município na lista.

Passo 4 – Envie os documentos

Anexe os documentos solicitados: identidade, comprovante de residência e foto segurando o documento.

Passo 5 – Escolha como receber

Selecione se deseja crédito em conta CAIXA ou em outro banco.

Após a validação, o valor é creditado na conta indicada pelo trabalhador.

Quais desastres dão direito ao saque calamidade?

O benefício contempla diferentes situações de desastre natural que impactem diretamente as residências da população. Entre elas:

  • Enchentes e inundações;
  • Deslizamentos de terra;
  • Tempestades, vendavais e granizo;
  • Rompimento de barragens;
  • Ciclones e tornados.

O saque só é liberado quando o município afetado decreta situação de emergência e a Defesa Civil confirma o reconhecimento oficial.

Situação especial no Rio Grande do Sul

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Em 2024, o Rio Grande do Sul enfrentou graves enchentes, o que levou o governo federal a flexibilizar a regra do intervalo mínimo de 12 meses entre um saque e outro. Com isso, moradores de cidades em calamidade puderam acessar o benefício em prazos menores, medida que pode ser aplicada novamente em casos extremos.

Impacto social do saque

saque calamidade
Imagem gerada por IA/ Seu Crédito Digital

A liberação do saque de R$ 6.220 representa um alívio financeiro para famílias que perderam bens materiais ou tiveram suas casas danificadas. Especialistas destacam que, embora o valor não resolva todos os problemas, pode ser essencial para gastos imediatos, como compra de móveis básicos, eletrodomésticos e reformas emergenciais.

A ampliação da lista de municípios habilitados demonstra a necessidade crescente de medidas rápidas para atender a população em situações de calamidade.

Perguntas frequentes (FAQ)

Preciso ir até uma agência da CAIXA para solicitar o saque?

Não. O saque pode ser solicitado totalmente pelo aplicativo FGTS. A ida a uma agência só é necessária em casos específicos ou por preferência do trabalhador.

Posso receber o saque em outro banco?

Sim. O valor pode ser transferido para contas de qualquer instituição financeira, não apenas da CAIXA.

Qual é o prazo para solicitar o saque em São Borja?

O prazo vai de 1º a 14 de outubro de 2025. Após essa data, não será mais possível enviar a solicitação.

Esse saque tem relação com o FGTS?

Sim. Trata-se do Saque Calamidade do FGTS, liberado em casos de desastres naturais com reconhecimento oficial da Defesa Civil.

Qual o valor máximo que posso sacar?

O limite é de R$ 6.220 por trabalhador, respeitando o saldo disponível em conta vinculada ao FGTS.

Quais documentos são exigidos?

Documento de identificação, CPF, Carteira de Trabalho, comprovante de residência (emitido até 120 dias antes do desastre) e foto segurando o documento.

Considerações finais

Ao centralizar o processo no aplicativo FGTS, a CAIXA busca tornar o acesso ao saque mais rápido e acessível, reduzindo a necessidade de deslocamentos e filas em agências físicas.

Para os trabalhadores, o valor pode representar não apenas um auxílio emergencial, mas também uma oportunidade de reconstrução e recomeço em momentos de vulnerabilidade.

Helena Serpa

Autor

Helena Serpa

Jornalista mineira, formada em Comunicação Social com habilitação em Jornalismo pela Universidade Federal de São João del-Rei (UFSJ). Apaixonada por linguagem simples e comunicação acessível, atua como redatora no portal Seu Crédito Digital, onde produz conteúdos sobre finanças pessoais, cidadania, programas sociais, direitos do consumidor e outros temas relevantes para o dia a dia dos brasileiros. Sua escrita busca informar com clareza, contribuir com a inclusão digital e empoderar leitores a tomar decisões mais conscientes sobre dinheiro e serviços públicos.

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