A Prefeitura desta cidade lançou uma carteira de identificação para pessoas com transtorno do Espectro Autista (CIPTEA). É possível solicitá-la pelo portal oficial, já que garantirá acesso a alguns direitos especiais, como atendimento prioritário e outros na área de saúde, educação e assistência social.
Carteira de identificação para pessoas com autismo é lançada; veja como conseguir
A partir de agora, pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA) poderão solicitar a carteira de identificação própria. Saiba mais!
Por isso, moradores do Rio de Janeiro conseguirão realizar a solicitação por meio do portal minhasaude.rio. O TEA é um distúrbio neurológico com sintomas, como dificuldade de comunicação e problemas de socialização, sendo comum em 1 a cada 36 crianças.
Como funcionará o acesso com a carteira de identificação para pessoas com TEA?
Os beneficiários poderão ter a carteira em duas versões: física e digital. O cidadão ou seu representante legal, no caso de crianças, devem preencher o formulário de solicitação de maneira online. É preciso enviar uma foto 3×4 e cópias digitais dos documentos, como RG e comprovante de residência.
A solicitação também pode ser feita por pessoas que ainda estão sob suspeita, realizando os procedimentos para o diagnóstico exato. Porém, neste caso, é preciso enviar o relatório ou declaração médica com a indicação da possibilidade do diagnóstico. Por outro lado, caso já seja comprovado, é preciso enviar o laudo para TEA, o CID 10 F 84, emitido por um médico.
Ademais, a Prefeitura reserva o prazo de 15 dias para a aprovação da solicitação e, após o prazo, a carteira de identificação ficará disponível no site e terá prazo de validade de cinco anos, precisando de renovação. Para aqueles que estão em análise médica terão uma carteira provisória, que valerá por um ano.

Secretário da Saúde explicou o motivo da iniciativa
Por trás da criação da carteira de identificação para pessoas com TEA, o secretário municipal de Saúde, Daniel Soranz, falou mais sobre o assunto: “a carteirinha é uma medida importante para assegurar a inclusão e o acolhimento de pessoas com Transtorno do Espectro Autista. Ela facilita a comprovação do diagnóstico e contribui para sensibilizar e mobilizar a sociedade”, diz.
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Por fim, como falamos acima, quem tiver a carteira de identificação terá atendimento prioritário e também maior facilidade de acesso aos serviços públicos e privados. Por fim, a iniciativa da CIPTEA já existe em outros estados do país, como Minas Gerais, por exemplo.
Imagem: Divulgação / Prefeitura RJ
