A disputa entre o TikTok e o governo dos Estados Unidos ganha mais um capítulo. Agora, o Comitê de Energia e Comércio da Câmara dos EUA convocou o CEO da empresa de tecnologia para testemunhar diante do Congresso.
CEO do TikTok responderá na Justiça a respeito da segurança dos usuários
CEO do TikTok foi convocado a testemunhar para o Congresso sobre a segurança dos usuários. Entenda o caso!
A rede social chinesa é uma das maiores do mundo. Entretanto, sua possível relação com o Partido Comunista Chinês e os escândalos de espionagem e vazamento de dados chamaram a atenção do governo americano e da sua Segurança Nacional.
Por isso, não é de hoje que políticos dos Estados Unidos procuram formas de bloquear o acesso ao aplicativo dentro do território americano. A última vez foi durante o governo do presidente Donald Trump, que tentou fazer o impedimento judicialmente.
CEO do TikTok testemunhará no Congresso
Na segunda-feira (30), o comitê da Câmara dos Estados Unidos anunciou que convocou Shou Zi Chew para prestar esclarecimentos diante do Congresso no dia 23 de março.
O objetivo é que o CEO ofereça respostas satisfatórias sobre a relação da empresa com o governo chinês, os possíveis impactos que o aplicativo poderia causar nas crianças americanas e a forma como a big tech trata a segurança dos dados dos seus usuários.
No início do ano, o TikTok admitiu que alguns funcionários da empresa usaram informações de usuários da plataforma para espionar jornalistas americanos. Além disso, a União Europeia também investiga o aplicativo por violação de privacidade.
Além do TikTok, representantes de outras grandes empresas de comunicação foram convocados para testemunhar. Google, Facebook e Twitter também vão explicar sua política de tratamento de dados e segurança das informações.
Resposta
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A ByteDance, empresa dona do TikTok, divulgou um comunicado sobre a convocação de Shou Zi Chew. De acordo com a plataforma, essa será uma ótima oportunidade para esclarecer o que a empresa faz em relação à segurança de dados.
Por fim, a companhia reforçou que não tem relações com o Partido Comunista Chinês e que o governo não exerce nenhum tipo de controle sobre a ByteDance.
Imagem: DANIEL CONSTANTE/shutterstock.com
