Você vê a alta e baixa da bolsa de valores do Brasil, a B3, e se interessa em investir? A renda variável é um dos maiores sonhos dos investidores iniciantes, principalmente pela possibilidade de alta rentabilidade — amplamente divulgada por diversos investidores.
Como começar a investir na bolsa de valores com segurança?
Quer saber como investir na Bolsa de Valores de forma tranquila e com calma? Veja dicas para aportar com segurança!
No entanto, antes de entrar na bolsa de valores, é preciso tomar algumas precauções, para não se assustar em um momento de baixa e acabar por perder dinheiro com a venda de ações.
O que é a renda variável?
A renda variável se refere a investimentos de alta volatilidade. Também está ligada à bolsa de valores, que são os ativos disponíveis na B3, como as ações, os Fundos Imobiliários e as opções.
Estes ativos tem o nome de “renda variável” justamente pela sua volatilidade. Como o próprio nome diz, eles variam. Ou seja, em um dia uma ação pode estar disponível para compra por R$1 e no dia seguinte por R$10, por isso, são considerados investimentos de alto risco.
Considerando isso, a recomendação da maioria dos especialistas de mercado financeiro é “não colocar todos os ovos na mesma cesta”. Ou seja, não aportar todo o seu patrimônio neste tipo de ativo, diversificando justamente para controlar o risco.
Dicas para entrar na bolsa de valores
A primeira dica é estudar. Pode parecer clichê, mas entender sobre o que está se fazendo é o primeiro passo para se blindar dos riscos. Por isso, antes de começar é preciso estudar o mercado, os ativos e os setores que deseja investir.
Sabendo dos setores mais seguros das empresas – os chamados “setores perenes” – que são consideradas mais estáveis, normalmente as blue chips, é possível montar uma carteira adequada especialmente para você e a sua aceitação ao risco.
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Uma dica é fazer o teste de perfil do investidor, oferecido pela grande maioria das corretoras de valores. Nele, você conseguirá entender se é uma pessoa conservadora, moderada ou arrojada.
Vale ainda lembrar que a recomendação é que você só comece a investir depois de já ter a sua reserva de emergência, que deve ser de, no mínimo, seis meses do seu custo de vida, montada.
Além disso, é benéfico já ter alguma experiência com a renda fixa, por exemplo, que tende a ser mais estável e trazer lucros “certeiros” em aplicações como os Certificados de Depósito Bancário (CDBs), por exemplo, para assim já saber como funciona este universo dos investimentos.
Imagem: casa.da.photo/shutterstock
