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Compras mais caras: governadores de 6 estados tomam atitude que vai pesar no bolso do consumidor

As compras devem ficar mais caras em 6 estados brasileiros após mudanças propostas pelos governadores. Entenda o caso!

Amanda SampaioPor Amanda Sampaio2 min de leitura
A imagem mostra a miniatura de uma carrinho de compras com diversas caixas, em cima de um notebook.

Ao que tudo indica, governadores de 6 estados brasileiros irão deixar as compras mais caras para tentar conter os impactos da Reforma Tributária. Assim, São Paulo, Minas Gerais, Paraná, Rio de Janeiro, Espírito Santo e Rio Grande do Sul devem aumentar a arrecadação do ICMS em 2024.

Porém, até o momento, não há informações sobre o aumento em todos os estados — apenas RS e ES indicaram um aumento para 19,5%. O que se sabe é que os secretários da Fazenda dos estados afirmaram, em carta, que a reforma irá reduzir a autonomia tributária local.

Entenda por que as compras ficarão mais caras nestes 6 estados

A imagem mostra a miniatura de uma carrinho de compras com diversas caixas, em cima de um notebook.
Imagem: Reprodução/ Freepik

A carta adverte sobre um possível movimento “generalizado” para aumentar as alíquotas. Até a data, 11 estados já estabeleceram a nova alíquota do ICMS, válida a partir deste ano. Os estados que fizeram essa mudança são Acre, Alagoas, Amazonas, Maranhão, Pará, Piauí, Paraná, Rio Grande do Norte, Roraima, Sergipe e Tocantins.

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No entanto, ainda será necessário que as assembleias legislativas aprovem as novas alíquotas propostas, mesmo após os planos serem concluídos e divulgados. Bernard Appy, secretário da Reforma Tributária do Ministério da Fazenda, afirma que a mudança não justifica o aumento das alíquotas.

Quais são os outros resultados esperados da Reforma Tributária?

A carta destaca que, de acordo com o texto atual da Reforma Tributária, a participação de cada ente federativo no total arrecadado pelo Imposto Sobre Bens e Serviços (IBS) depende da “receita média de cada estado com o ICMS entre 2024 e 2028”.

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Assim, aumentar a alíquota ajudará a “recompor a tributação estadual no curto prazo e neutralizar as perdas potenciais com a futura distribuição do produto arrecadado com o IBS”.

Por fim, após passar por uma rodada de análises pelos deputados, a Proposta de Emenda à Constituição (PEC) da Reforma Tributária retornou à Câmara. Uma ideia da Reforma é a fusão de cinco impostos de produtos (PIS, Cofins, IPI, ICMS e ISS) no Imposto sobre Valor Agregado (IVA).

Imagem: Reprodução/ Freepik

Amanda Sampaio

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Amanda Sampaio

Relações Públicas pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho - Unesp, redatora há mais de 3 anos em diversos nichos.

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