Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Confira as doenças que liberam o saque do FGTS

Existem casos de doenças graves que permitem ao trabalhador sacar o FGTS. Confira quais são e como solicitar.

Adriana AlbuquerquePor Adriana Albuquerque2 min de leitura
Homem no caixa eletrônico retirando dinheiro

O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um benefício que protege o trabalhador em casos de demissão sem justa causa. O valor do FGTS é pago mensalmente pelo empregador em uma poupança e corresponde a aproximadamente 8% do salário do funcionário. 

Contudo, o valor só pode ser sacado em situações de demissão sem justa causa, aposentadoria, doenças graves ou calamidade pública. 

Quais doenças liberam o FGTS?

Existem casos de doenças graves que permitem ao trabalhador sacar o FGTS. As enfermidades devem ser comprovadas através de laudo médico, com validade máximo de 30 dias. Além disso, o trabalhador só pode realizar o saque do FGTS enquanto a doença estiver ativa no organismo do beneficiário. 

A liberação do saque do FGTS tem como objetivo contribuir para o tratamento ou manutenção da doença. Confira quais doenças permitem o saque do FGTS. 

  • Doença de Parkinson;
  • Hanseníase;
  • Paralisia irreversível e incapacitante;
  • Tuberculose;
  • Hepatopatia;
  • Nefropatia;
  • Alienação mental;
  • Cardiopatia grave;
  • Deficiência visual;
  • Doença de Paget em seu estágio avançado;
  • Espondilite anquilosante;
  • Doenças geradas pela exposição à radiação.

Casos de doenças mais graves

A Lei nº 7.670/1998 estabelece diretrizes para o saque do FGTS. Para portadores do vírus HIV, o trabalhador pode fazer o saque sempre que houver saldo disponível na conta. Do mesmo modo, a possibilidade de saque também se aplica a trabalhadores ou dependentes que estiverem em estágio terminal. 

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

O saque em casos de doenças graves permite ao trabalhador o saque do valor total disponível na conta. Assim, o valor varia de acordo com cada cidadão.

Dessa forma, para ter direito ao saque nessa situação, é necessário que o médico responsável pelo tratamento preencha um formulário, disponível no site da Caixa Econômica Federal. Além disso, também é preciso apresentar os laudos periciais da doença e documentos como RG, CPF, número do PIS/Pasep ou NIS.

Imagem: Jair Ferreira Belafacce/ Shutterstock.com

Adriana Albuquerque

Autor

Adriana Albuquerque

Estudante de Jornalismo na Universidade Metodista de São Paulo.

Topicos relacionados