O Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) é um benefício que protege o trabalhador em casos de demissão sem justa causa. O valor do FGTS é pago mensalmente pelo empregador em uma poupança e corresponde a aproximadamente 8% do salário do funcionário.
Confira as doenças que liberam o saque do FGTS
Existem casos de doenças graves que permitem ao trabalhador sacar o FGTS. Confira quais são e como solicitar.
Contudo, o valor só pode ser sacado em situações de demissão sem justa causa, aposentadoria, doenças graves ou calamidade pública.
Quais doenças liberam o FGTS?
Existem casos de doenças graves que permitem ao trabalhador sacar o FGTS. As enfermidades devem ser comprovadas através de laudo médico, com validade máximo de 30 dias. Além disso, o trabalhador só pode realizar o saque do FGTS enquanto a doença estiver ativa no organismo do beneficiário.
A liberação do saque do FGTS tem como objetivo contribuir para o tratamento ou manutenção da doença. Confira quais doenças permitem o saque do FGTS.
- Doença de Parkinson;
- Hanseníase;
- Paralisia irreversível e incapacitante;
- Tuberculose;
- Hepatopatia;
- Nefropatia;
- Alienação mental;
- Cardiopatia grave;
- Deficiência visual;
- Doença de Paget em seu estágio avançado;
- Espondilite anquilosante;
- Doenças geradas pela exposição à radiação.
Casos de doenças mais graves
A Lei nº 7.670/1998 estabelece diretrizes para o saque do FGTS. Para portadores do vírus HIV, o trabalhador pode fazer o saque sempre que houver saldo disponível na conta. Do mesmo modo, a possibilidade de saque também se aplica a trabalhadores ou dependentes que estiverem em estágio terminal.
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O saque em casos de doenças graves permite ao trabalhador o saque do valor total disponível na conta. Assim, o valor varia de acordo com cada cidadão.
Dessa forma, para ter direito ao saque nessa situação, é necessário que o médico responsável pelo tratamento preencha um formulário, disponível no site da Caixa Econômica Federal. Além disso, também é preciso apresentar os laudos periciais da doença e documentos como RG, CPF, número do PIS/Pasep ou NIS.
Imagem: Jair Ferreira Belafacce/ Shutterstock.com
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