A Caixa Econômica Federal, em seu calendário de pagamento, leva em consideração o último dígito do Número de Inscrição Social (NIS) do beneficiário do Bolsa Família. Em decorrência das fortes chuvas que afetaram muitas famílias brasileiras e outros problemas, três grupos terão direito ao Bolsa Família antes da data prevista no calendário.
Confirmado: 3 grupos do Bolsa Família terão pagamento antecipado
No próximo mês, três grupos específicos poderão receber o Bolsa Família antecipadamente. Confira o motivo.
Elas são os Yanomami, algumas famílias do Rio Grande do Norte e algumas famílias do litoral de São Paulo. A notícia foi confirmada pelo ministro do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome, Wellington Dias.
Por que esses grupos irão receber o Bolsa Família antes?
O povo Yanomami irá receber o pagamento antecipado do Bolsa Família em decorrência da crise sanitária e econômica que estão enfrentando. Já as famílias do litoral de São Paulo terão esse direito em virtude das fortes chuvas que causaram enchentes, deslizamentos e mortes.
Quanto às famílias do Rio Grande do Norte, estas vão receber o benefício antecipadamente devido à seca da região. Esse grupo, especificamente, já recebeu o valor dia 24 de fevereiro. No próximo dia 20, essas famílias irão receber sem ter o último dígito NIS levado em consideração.
Bolsa Família reformulado a partir de março
O maior programa social do Brasil será relançado mês que vem. Para que isso fosse possível, houve uma análise detalhada nos cadastros do Cadastro Único (CadÚnico). O Bolsa Família continua com seu objetivo desde quando foi instituído em 2003: levar emancipação financeira às famílias em situação de vulnerabilidade social.
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Desse modo, o valor de R$ 600 do benefício será mantido. Além disso, a partir de março, as mães com crianças de até seis anos de idade ganharão um acréscimo de R$ 150, cumprindo todas as exigências acerca da saúde, educação e renda do ciclo familiar.
Quanto à renda, por exemplo, para ser beneficiária do programa, ela não pode ser superior a R$ 210 por cada pessoa da família. As crianças devem estar matriculadas nas redes de ensino e com a carteira de vacinação em dia.
Imagem: rafapress / Shutterstock
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