À primeira vista, Edemar Cid Ferreira pode parecer um senhor comum de quase 80 anos e que dirige um carro popular pelas ruas de São Paulo. Porém, esse ex-banqueiro já foi um dos homens mais ricos do Brasil e conhecido por sua vida de luxo.
Conheça a história do ex-banqueiro que já foi um dos homens mais ricos do Brasil e hoje mora de aluguel
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Se você tem menos de 20 anos de idade, provavelmente nunca ouviu falar sobre o escândalo da falência do Banco Santos que levou alguns dos seus diretores à prisão por formação de quadrilha, crimes financeiros e mais.
Edemar era o presidente/dono do Banco Santos e perdeu toda a sua fortuna por conta do processo. Quando o Banco Central fechou a empresa, ela tinha mais de R$ 2,6 bilhões em passivos.
Ex-banqueiro perde todo o patrimônio
Com a falência do Banco Santos, a Justiça começou a tomar todos os bens do ex-banqueiro para quitar as dívidas com os credores. Assim, Edemar perdeu a mansão, seus carros de luxo, mais de 1,5 mil obras de arte e todo o dinheiro das suas contas.
Além disso, ele chegou a ficar preso por alguns meses. Em 2015, entretanto, a Justiça anulou a fase de interrogatórios do processo, e sua pena, de 21 anos de prisão, acabou sendo cancelada. Hoje, o ex-banqueiro não possui nada em seu nome e conta com a ajuda dos filhos para se manter.

Sem fortuna, mas não pobre
O ex-banqueiro vivia em uma mansão em São Paulo com 12 mil metros quadrados e tinha 50 funcionários. Mesmo perdendo a sua fortuna, isso não significa que ele mora em uma quitinete. Atualmente, Edemar vive em um apartamento de 300 metros quadrados.
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De acordo com imobiliárias que trabalham com imóveis na mesma região, o aluguel pode chegar a R$ 16 mil por mês. O ex-banqueiro saiu dos 50 funcionários de sua casa para apenas 3: a empregada, um assistente pessoal e o personal trainner.
Mesmo perdendo tudo, Edemar ainda vive melhor do que a maioria da população brasileira. Ademais, ele passa os dias estudando os seus processos para conseguir reaver parte do seu dinheiro. Uma das estratégias é entrar com uma ação indenizatória contra o Banco Central.
Imagem: Reprodução / Facebook Edemar Cid Ferreira
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