Quem tem o interesse em investir provavelmente já ouviu falar sobre o Tesouro Direto. Ele se tornou um dos ‘queridinhos’ entre os investidores que estão dando os seus primeiros passos neste universo e ainda aprendendo sobre os melhores ativos.
Conheça mitos sobre o Tesouro Direto
Você já ouviu falar sobre o Tesouro Direto? Provavelmente já ouviu algumas coisas a respeito. Conheça se são verdade ou não.
No entanto, existem diversas dúvidas quanto a estes investimentos. Afinal, o Tesouro serve para todo mundo? É um bom investimento apenas para quem tem planos de longo prazo? Com tantas dúvidas, surgem também mitos relativos a estes ativos e, por isso, decidimos solucioná-los.
Tesouro serve apenas para o longo prazo?
Embora isso tenha sido propagado por algumas pessoas, é um mito. O investimento tem diversas serventias e possui os mais diversos prazos. Existe o Tesouro Selic, por exemplo, que conta com liquidez diária e o Tesouro IPCA, indicado para longo prazo.
Com títulos variando desde 2023 a 2050, existem possibilidades de investimento para as mais diversas pessoas e perfis de investimento.
Assim, é possível aportar para objetivos diversos: para a reserva emergencial, para a aposentadoria ou para a compra de um carro, por exemplo, já que existem os títulos pré-fixados.
Tenho liberdade de resgatar quando quiser?
Assim como dito anteriormente, é possível resgatar o valor a qualquer momento, e você ainda pode vender o valor antes do prazo. No entanto, no caso de títulos que não possuem liquidez diária você pode não conseguir o mesmo valor pelo título.
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O tesouro IPCA, por exemplo, não possui liquidez diária. Desta forma, ao vender o título antes do prazo, ele sofrerá com a marcação a mercado, podendo estar diferente do que quando você comprou. Assim, o título pode ser recomprado por um preço menor do que o pago originalmente.
Vale ainda destacar que as rentabilidades mudam. Ou seja, você não investirá amanhã com a mesma rentabilidade de hoje, já que ela muda de dia para a dia, dependendo de vários fatores do mercado financeiro.
Imagem: Jirsak / Shutterstock
