Recentemente, o Senado Federal aprovou uma medida que cria uma nova taxação para aqueles que possuem grande concentração de renda. Porém, para fugir dessa medida, os chamados super-ricos estão indo atrás de novos investimentos.
Conheça os novos investimentos dos super-ricos para escapar das novas regras de imposto
Com as novas regras de taxação aprovadas pelo Senado, há a busca por novos investimentos dos super-ricos. Saiba mais!
Por sua vez, a nova legislação aprovada visa taxar aqueles que possuem fundos exclusivos e investimentos em offshores no exterior. Saiba mais informações sobre esse pagamento de tributos ao governo e o que o grupo está fazendo para não ter que pagá-los.
Novos investimentos dos super-ricos para fugir de tributação

Os super-ricos qualificados para as aplicações citadas acima buscam por novos investimentos para escapar da taxação. Uma dessas opções são os fundos de previdência, já que a taxação para essa categoria acontece quando o dinheiro é retirado do fundo e diminui com o passar do tempo.
Sendo assim, após 10 anos de investimento, o imposto pago será de apenas 10%. Isso torna os fundos de previdência bastante atrativos para os super-ricos, especialmente aqueles com planejamento de longo prazo.
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Ainda, os fundos de ações também são uma alternativa para novos investimentos dos super-ricos, já que estão sendo enquadrados fora da taxação regular. No entanto, esses representam um risco maior a esse grupo.
Como se dá a taxação aprovada pelo Senado?
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Os novos investimentos dos super-ricos buscam alternativas ao foco da lei. Por exemplo, os fundos exclusivos são um tipo personalizado de fundos de investimento destinados a um único ou poucos cotistas, geralmente membros da mesma família. Para acessá-lo, é preciso ter pelo menos R$ 1 milhão investido no mercado financeiro.
No entanto, uma nova regra sancionada pelo Congresso determina que os rendimentos dessas aplicações ficarão submetidos ao come-cotas, com taxações a cada seis meses em 15% para os fundos de investimento de longo prazo, e em 20% para os de curto prazo.
Já a nova regra implementa uma taxa de 15% uma vez ao ano nos ganhos em offshores no exterior, ou seja, empresas fora do país. Atualmente, esse pagamento ocorre somente quando o dinheiro volta ao Brasil.
Imagem: Khongtham / shutterstock.com
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