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Sem cobrança de IR, emissões de CRIs e CRAs crescem 56%

Valor emitido pelas empresas chegou a R$ 12,3 bilhões

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Nos últimos meses, as recentes altas da taxa básica de juros, a Selic, e o aumento da inflação têm estimulado o interesse dos investidores pelos títulos de dívida – principalmente títulos que carregam a isenção de Imposto de Renda sobre os ganhos.

Com isso, o volume de oferta desses investimentos teve um crescimento de 56% entre janeiro e março desse ano. Dessa forma, o valor emitido por empresas chegou a R$ 12,3 bilhões. A Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais (Anbima) é responsável pelos dados.

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Primeiramente, é preciso explicar os títulos CRI e CRA. Basicamente, eles são títulos de renda fixa, que significam, respectivamente, Certificado de Recebíveis Imobiliários e Certificado de Recebíveis do Agronegócio. Dessa forma, esses certificados são, no geral, uma forma que determinadas empresas utilizam para captar recursos.

E além dos 12,3 bilhões emitidos em títulos CRIs e CRAs no primeiro trimestre deste ano, outros R$ 7 bilhões ainda estão em análise. Segundo a Anbima, foi o cenário de alta forte de juro que fez o investidor buscar a renda fixa e, “não só a demanda dos gestores cresceu por vários papéis emitidos pelas empresas, mas também o número de pessoas físicas investindo diretamente em produtos incentivados também aumentou”.

Por fim, como explicamos, o que mais atrai os investidores para estes produtos é a isenção do Imposto de Renda. Afinal, existe uma grande diferença entre o ganho proporcionado pela isenção de Imposto de Renda, que hoje varia de 22,5% a 15% para as debêntures, por exemplo.

Assim, diante desse cenário, cada vez mais empresas têm buscado os CRIs e CRAs para captação. Um exemplo recente é a captação de até R$ 1,2 bilhão da Rede D’Or em andamento, para construção de hospitais. Já a rede de restaurantes Madero levantou R$ 500 milhões com CRAs para quitar dívidas, enquanto a Havan captou R$ 500 milhões com CRI, usando os recebíveis do aluguel de suas lojas.

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Imagem: ITTIGallery / Shutterstock.com

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