Seu Crédito Digital
Seu Crédito Digital

Crimes na Petrobras: ministro do STF toma decisão sobre Bolsonaro

Ministro do STF tomou uma decisão importante envolvendo o atual presidente Jair Bolsonaro e a Petrobras. Confira!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Foto da estátua em frente ao prédio do STF

Na última terça-feira (29), o ministro Luís Roberto Barroso, do Supremo Tribunal Federal (STF), arquivou os pedidos de abertura de inquérito contra o atual presidente Jair Bolsonaro (PL) por possíveis irregularidades na Petrobras.  

As duas solicitações de abertura citavam o episódio em que o ex-presidente da estatal, Roberto Castello Branco, afirmou que em seu celular teria mensagens que poderiam incriminar o chefe do Executivo. 

Decisão do STF

De acordo com Barroso, a Procuradoria-Geral da República apontou que não existem elementos que possam sustentar a ação penal contra o presidente e, nesse sentido, decidiu pelo arquivamento. 

“A Procuradoria-Geral da República, em sua manifestação, aponta que ‘não há mínimo elemento a sustentar a existência de ilícito penal e, consequentemente, a viabilizar a tramitação da presente petição'”, diz um trecho da decisão.

Petições contra Bolsonaro 

As petições foram apresentadas pelo senador Randolfe Rodrigues (Rede) e por um grupo de senadores do PT (Partido dos Trabalhadores). As suspeitas foram levantadas por uma notícia publicada pelo Metrópoles em junho deste ano, que falavam sobre o ex-presidente da Petrobras, Castello Branco, e possíveis mensagens que poderiam incriminar Bolsonaro.

Os documentos apresentados pelos senadores falam sobre possíveis atos de prevaricação, violação de sigilo funcional, corrupção passiva e peculato, entre outros crimes supostamente cometidos pelo atual presidente. 

Com a decisão de Barroso, no entanto, as petições foram arquivadas e não há possibilidade de investigação.

Depoimento de Castello Branco

Gostou? Siga o Seu Crédito Digital no Google e receba notícias de benefícios, INSS e crédito em primeira mão.

+311 mil seguidores

Seguir no Google

Com a repercussão do caso no meio deste ano, o ex-presidente da Petrobras, Castello Branco, voltou a falar sobre as possíveis mensagens e afirmou que a palavra “incriminar” não deveria ser lida de forma literal. Segundo ele, “significou apenas um momento em uma discussão acalorada”. 

Ainda reiterou que os termos usados por ele foram inadequados. 

Durante o mandato de Bolsonaro, as discussões entre o presidente e os integrantes da estatal foram bastante comuns.

Imagem: Valter Campanato/Agência Brasil

Rafaela Medolago

Autor

Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

Topicos relacionados