Investir em criptomoedas tem se tornado uma prática cada vez mais comum entre investidores ao redor do mundo, incluindo o crescente interesse no mercado brasileiro. Porém, deve-se entender as tarifas envolvidas ao investir nesse setor.
Criptomoedas: entenda os custos para investir!
Entenda as tarifas envolvidas ao investir em criptomoedas, incluindo ETFs, fundos e compra e venda direta!
Dessa forma, saiba mais sobre os diversos custos associados ao investimento em criptoativos, seja por meio de exchanges ou de produtos financeiros como ETFs e fundos de investimento. Continue a leitura para mais informações!
Compreendendo as taxas de ETFs para investir em criptomoedas

Os ETFs têm sido a porta de entrada para muitos investidores no universo das criptomoedas. Esses produtos atraem por suas taxas geralmente baixas, mas variáveis, que podem chegar até 1,30% ao ano, conforme a administração e a estratégia adotada.
O gestor Theodoro Fleury, ao Valor Investe, esclarece que, apesar de serem veículos de investimento considerados econômicos, os ETFs de criptoativos podem incorrer em custos mais altos devido, por exemplo, à necessidade de custódia qualificada.
Diferença de custos entre fundos e ETFs
Embora os ETFs apresentem taxas atrativas, é importante notar que os fundos de investimento, especialmente aqueles que incluem estratégias ativas, podem ter uma estrutura de taxas que reflete complexidades e serviços adicionais, variando de 0,05% a 1,50% ao ano. Além disso, muitos fundos cobram taxas de performance baseadas no quanto superam um índice de referência predefinido.
João Marco Cunha, diretor gestor da Hashdex, também ao Valor, ressalta que o valor dessas taxas tem ampla influência das condições de mercado e a disposição dos investidores em pagar por determinados serviços.
Entendendo as taxas de operações diretas
Ademais, investir diretamente em criptomoedas por meio de exchanges envolve entender uma variedade de taxas. Inclui-se custos de transações de compra e venda, que são determinadas pelo volume negociado na plataforma.
Segundo Fabrício Tota do Mercado Bitcoin, essas taxas incentivam os operadores mais ativos com custos decrescentes, o que beneficia day traders e aqueles que movimentam grandes volumes. Sendo assim:
- Taxa Maker: Paga por quem insere a ordem no livro de ofertas;
- Taxa Taker: Paga por quem aceita a ordem existente no livro.
Quais são as implicações discais desses investimentos?
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Além dos custos de transação e gestão, os investidores em criptomoedas devem se atentar para as obrigações tributárias que surgem com os lucros obtidos. Nas operações diretas em exchanges nacionais, há isenção de imposto para vendas até R$ 35 mil. No entanto, ganhos superiores a este valor são tributados progressivamente até o máximo de 22,5%.
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Por fim, investimentos por meio de ETFs e fundos de investimento seguem a tributação padrão de renda variável. Logo, suas taxas podem chegar a 15% sobre os rendimentos.
Imagem: CMP_NZ / Shutterstock.com
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