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Decisão do governo pode afetar mais de 12 milhões de pessoas

Uma decisão tomada pelo novo Governo Federal pode afetar mais de 12 milhões de pessoas. Saiba que decisão é essa e se você será impactado!

Bruna ValtrickPor Bruna Valtrick2 min de leitura
logomarca do governo Lula nas cores verde, amarelo, azul, vermelho e cinza

Recentemente, uma proposta do novo ministro do Trabalho, Luiz Marinho (PT), preocupou muita gente. Trata-se da possibilidade do governo Lula encerrar a modalidade do saque aniversário do FGTS. A notícia foi divulgada em entrevista de Marinho ao jornal “O Globo”, nesta quarta (4). 

Contudo, vale dizer que nada está decidido ainda. De acordo com o governo, o assunto será discutido de forma conjunta com as centrais sindicais do país e com o Conselho Curador do FGTS. 

Porém, na possibilidade de encerrar o saque aniversário, muita gente está com dúvidas sobre o que isso impactaria na vida dos brasileiros. Especialmente as cerca de 28 milhões de pessoas que aderiram à modalidade.

E as outras 12 milhões de pessoas que fizeram empréstimos dando o fundo como garantia. Então, para saber mais sobre o assunto, confira o texto a seguir!

Governo diz que o futuro do saque aniversário do FGTS é incerto

Assim, como explicamos, atualmente cerca de 28 milhões de brasileiros estão inscritos na modalidade de saque aniversário do FGTS.

Ela funciona assim: todos os anos, no mês do seu aniversário, o trabalhador tem direito a retirar uma parte do fundo. Esse valor máximo é estipulado pelo próprio governo.

Importante deixar claro que ao inscrever-se no saque aniversário o trabalhador perde o direito de sacar o FGTS em caso de demissão sem justa causa.

Além disso, a situação fica ainda mais complicada se pensarmos nas mais de 12 milhões de pessoas que solicitaram a antecipação do saque aniversário.

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Trata-se de uma forma de empréstimo na qual o trabalhador oferece os recursos do fundo como garantia para pagamento do empréstimo em até 7 anos, a depender do caso. 

Portanto, o que aconteceria com essas pessoas? A resposta é que, até o momento, nada se sabe sobre essa situação em específico. Afinal, na proposta do novo governo não há detalhes sobre o assunto, e Marinho também não mencionou os empréstimos até agora.

O mais provável é que o empréstimo siga válido, e os trabalhadores tenham que pagar o crédito com o saldo do fundo. Porém, nada está determinado até o momento, e será preciso esperar um posicionamento oficial do governo.

Imagem: Divulgação | Partido dos Trabalhadores

Bruna Valtrick

Autor

Bruna Valtrick

Graduada em Jornalismo, apaixonada por escrita, linguagem e comunicação. Experiência em marketing digital e em redação publicitária.

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