Após a Netflix travar o compartilhamento de senha, mais uma plataforma de streaming decidiu adotar a medida polêmica. Segundo informações reveladas pelo CEO da Disney, Bob Iger, o Disney+ tem avaliado a possibilidade de aderi-la.
Depois da Netflix, outro gigante dos streamings vai travar compartilhamento de senha
A polêmica decisão da Netflix de travar o compartilhamento de senha começa a ser usada por outro gigante dos streamings. Saiba mais.
De acordo com Iger, o serviço de streaming tem tentado buscar maneiras de impedir o compartilhamento de contas. Desse modo, siga na leitura para saber mais sobre o assunto que não deve agradar muito os usuários da plataforma.
O Disney+ vai restringir o compartilhamento de senhas?
Durante o evento de apresentação dos resultados do terceiro trimestre fiscal de 2023, o CEO da companhia fez uma declaração que tem repercutido e preocupado os assinantes do Disney+: o serviço pretende impedir o compartilhamento de contas, assim como fez a Netflix.
Bob Iger destacou que os usuários do streaming devem, em breve, ser notificados quanto aos novos termos de uso referente à política de compartilhamento. Ainda segundo o executivo, a medida visa impulsionar a receita do Disney+.
Cabe destacar que apesar da afirmação de que o streaming notificará os usuários ainda neste ano de 2023 sobre a mudança, a plataforma ainda estaria “explorando ativamente” soluções para a situação do compartilhamento de contas.
Vai ficar mais caro?
No último trimestre fiscal, o Disney+ sofreu com uma perceptível queda no número de assinantes, tanto nos Estados Unidos, quanto no Canadá. Assim, a estratégia do streaming de se reunir a Netflix no movimento “anticompartilhamento”, além de aumentar a receita, espera alavancar sua quantidade de usuários.
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+311 mil seguidores
Contudo, as preocupações dos assinantes do streaming da Disney não param por aí. Isso porque o preço do plano sem anúncios deve ser aumentado, pelo menos em alguns mercados.
Segundo informações da Variety, nos Estados Unidos o pacote Premium passará dos atuais US$ 11 mensais para US$ 14. Ainda é cedo para saber se o aumento de preços deve afetar também as operações do streaming na América Latina. Até o momento, não há informações confirmadas quanto ao assunto.
Imagem: pixinoo / Shutterstock.com
