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Descubra o 1º passo que todo investidor deve adotar

Quer descobrir qual o primeiro passo para você investir de forma segura? Então descubra e coloque em prática hoje mesmo!

Beatriz CapiraziPor Beatriz Capirazi2 min de leitura
três potes de vidro dispostos um ao lado do outro, onde o primeiro tem algumas poucas moedas, o segundo está pela metade e o terceiro está completamente cheio de moedas. Além disso, os três potes têm uma planta cada um/investimento

Você sempre ouve falar sobre investimentos, mas não sabe ao certo por onde começar? Saiba que isso é mais comum do que parece. Segundo uma pesquisa de 2021 do Reclame Aqui, 71% dos brasileiros diz não ter o costume de investir o seu dinheiro.

No entanto, mesmo quando investem, o ativo preferido dos brasileiros ainda é pouco rentável: a poupança. De acordo com o Raio-X do Investidor de 2022 da Anbima, a maioria da população ainda opta por esta possibilidade, mesmo que seja divulgado amplamente que ela não é uma das mais rentáveis.

Essas duas pesquisa demonstram o receio das pessoas em investir e perder dinheiro. No entanto, existe um passo que pode ajudar o investidor a começar a aportar seguramente e com mais tranquilidade: a reserva de emergência.

O que é a reserva de emergência?

Ela serve como uma espécie de seguro para o investidor criado por ele mesmo. Sabe aquele medo de perder o emprego e se endividar? A reserva serve justamente para isso. A ideia é que o investidor crie um ‘colchão financeiro’ para si e, caso surja alguma emergência ou imprevisto, como a perda de um emprego ou a doença de um familiar, não tenha de pedir empréstimos.

Assim, o investidor precisar poupar e invistir ao menos seis meses do seu salário. Por exemplo, se você gasta, por mês, R$3.000, deve poupar R$18.000 para conseguir se sustentar sem preocupações por ao menos seis meses. 

Por que é o primeiro passo?

Este é considerado o primeiro passo não só por evitar que o investidor se endivide, mas também para dar mais tranquilidade para quando você aportar em outros investimentos.

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No início da pandemia, por exemplo, as bolsas de valores registraram altas quedas devido à instabilidade do momento. Nesse sentido, quem se desesperou com a queda e vendeu suas ações consequentemente perdeu dinheiro.

Além disso, muitas pessoas tiveram quedas na renda devido ao fechamento de vários comércios. Assim, era preciso ter dinheuri e muitos precisaram se livrar de seus investimentos para obtê-lo. Dessa forma, com uma reserva você não precisa se desfazer de seus ativos, mantendo o seu patrimônio.

Imagem: lovelyday12 / shutterstock.com

Beatriz Capirazi

Autor

Beatriz Capirazi

Jornalista especializada em Jornalismo Econômico pela Fundação Getúlio Vargas/Estadão com interesse em Economia, Política e Direitos Humanos. Autora do livro “Vidas Sucateadas — um olhar sobre a devolução de crianças adotadas”.

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