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Desenrola: programa de renegociação de dívidas fica para o próximo mês

Nova aposta do Governo Federal para renegociação de dívidas no país deve ser lançado em fevereiro. Saiba mais!

Rafaela MedolagoPor Rafaela Medolago2 min de leitura
Foto de cima de duas pessoas rodeadas de papéis com uma calculadora nas mãos

O Desenrola, novo programa de renegociação de dívidas do governo, deve ter anúncio no próximo mês. A equipe econômica deseja que as instituições financeiras possam aderir ao programa, diferentemente do que aconteceu com o consignado vinculado ao Auxílio Brasil. 

Na última semana, o secretário-executivo da pasta econômica, Gabriel Galípolo, participou de reuniões com a Febraban (Federação Brasileira dos Bancos) em busca de angariar apoio ao novo programa, que deve ser uma das primeiras grandes medidas da nova gestão do governo Lula.

De acordo com informações divulgadas pela colunista Mariana Londres, devido à complexidade nas definições do Desenrola, o grande lançamento deve acontecer a partir do mês de fevereiro.

Desenrola: o que já se definiu?

Ao que tudo indica, o programa deve funcionar da seguinte forma: os bancos compram as dívidas dos brasileiros com descontos e oferecem a possibilidade de renegociação para o devedor. Ou seja, os brasileiros continuarão com o débito mas por um valor menor. 

Rumores chegaram a tratar sobre a possibilidade de perdão da dívida. Contudo, isso não vai acontecer pelo novo programa. 

Com base nas informações publicadas até o momento, o credor poderá escolher qual o percentual do desconto. Para isso, o programa deve oferecer um desconto mínimo obrigatório. 

Os prazos para os pagamentos parcelados ainda não estão claros. Novas reuniões entre os membros do governo e representantes do mercado financeiro devem acontecer nos próximos dias. 

Quem poderá renegociar as dívidas?

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O objetivo do Governo Federal é reduzir o número de brasileiros endividados, que hoje chega a cerca de 80 milhões. A tendência é que sejam atendidos aqueles com rendimento mensal de até 3 salários mínimos, conforme aponta uma publicação recente do presidente Lula (PT). 

Com o piso nacional a R$ 1302, os cidadãos que recebem até R$ 3906 poderão ser contemplados pelo programa de renegociação de dívidas. 

Imagem: Rawpixel.com / Shutterstock

Rafaela Medolago

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Rafaela Medolago

Jornalista. Redatora do Seu Crédito Digital.

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