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É possível usar o Pix para fazer compras em outros países? Entenda

Sucesso no Brasil, os usuários do Pix querem saber se o método de pagamento instantâneo pode ser utilizado em outros países. Confira.

Avatar de Hannah Aragão Hannah Aragão · · 2 min de leitura
Mão tocando tela de celular que mostra logo do Pix em ambiente pouco iluminado.

Por conta de seu sucesso no Brasil, os usuários do Pix querem saber se também podem utilizar o método de pagamento instantâneo em outros países. De acordo com o Banco Central, pode-se usar a ferramenta em algumas localidades, mas isso não faz dela uma transação transfronteiriça.

Em declaração feita na última segunda-feira (2), o presidente do BC, Roberto Campos Neto, destacou que a internacionalização do Pix se trata de um processo contínuo. Desse modo, siga na leitura para conferir onde mais você pode utilizar o recurso.

Saiba como é possível utilizar o Pix no exterior

Celular com logo do pix, ao fundo uma tela de laptop com logo do Banco Central
Imagem: Brenda Rocha – Blossom/ Shutterstock.com

Ainda com base nas informações reveladas pelo presidente do Banco Central, pode-se utilizar o pix para compras no exterior em países como Argentina, Chile, Estados Unidos, França, Portugal e outros.

No entanto, para que seja possível utilizar o método brasileiro instantâneo de pagamento fora do país, é preciso que pagador e recebedor tenham contas nas instituições financeiras que fazem parte do Pix Brasil. 

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O BC também destaca a opção de quando o estabelecimento do exterior recebe através de facilitadoras de pagamentos internacionais, as e-FX. Nessas situações, o pagador realiza o Pix de sua conta no Brasil direcionando ao agente e-FX, que precisará fazer uma remessa internacional para o recebedor.

Adesão do sistema de pagamento instantâneo promove a internacionalização da ferramenta

Ao Estadão, o Banco Central explicou que, quando uma pessoa utiliza o Pix em uma compra fora do Brasil, ela não está realizando uma transação transfronteiriça. 

Apesar de estar sendo realizado no exterior, o Pix não é considerado uma transação transfronteiriça, porque não há câmbio envolvido. Enxergamos como se a transação estivesse ocorrendo no Brasil”, afirma o BC.

No entanto, a autoridade monetária do país reconhece que a grande adesão do sistema de pagamento instantâneo pela população brasileira é responsável pelo desenvolvimento de soluções pensadas para o mercado internacional.

Para o futuro, o BC destaca o interesse de acompanhar iniciativas de possíveis integrações entre sistemas de diferentes países. Apesar disso, o tema não é uma pauta que dependa unicamente do Brasil.

Imagem: rafapress/ Shutterstock.com

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