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Elize Matsunaga pode voltar para a prisão; entenda

Elize Matsunaga pode retornar para a prisão definitivamente depois de ter sido detida nesta segunda-feira (27); entenda.

Beatriz CapiraziPor Beatriz Capirazi2 min de leitura
Elize Matsunaga vestida com blusa cinza e casaco preto, sob um fundo preto

Após estampar diversas manchetes de jornal nas últimas semanas, Elize Matsunaga está sendo investigada por fraude. Segundo informações divulgadas pelo Globo nesta segunda-feira (27), a condenada é acusada de ter usado um documento falso para ser contratada por uma empresa da construção civil.

Matsunaga voltou a ter o seu nome veiculado na mídia nas últimas semanas após ser noticiado que estaria trabalhando como motorista da Maxim em Franca, no interior de São Paulo.

Quais são as acusações?

Ainda de acordo com as informações divulgadas pelo jornal carioca, a função de Elize como contratada era de supervisionar construções em condomínios de luxo de Sorocaba. No entanto, para exercer tal função é preciso apresentar os antecedentes criminais e ter ficha limpa.

Para conseguir a vaga em Sorocaba, Elize Matsunaga teria supostamente apresentado um documento falsificado, pegando o documento de outro funcionário e adicionando o seu nome de solteiro na ficha.

Elize foi presa

Após ser denunciada, Elize foi presa nesta segunda-feira (27). Ao chegar na delegacia para depor, ela negou ter falsificado documentos. Com a investigação aberta, a polícia teria ido até a sua residência para colher provas.

No local, os investigadores teriam encontrado fotos de Elize bebendo na praia, o que não é permitido na situação da acusada, que se encontra em regime aberto após ter deixado a prisão em maio de 2022. Ela foi condenada a 16 anos de prisão por ter matado e esquartejado o marido.

Com a violação da condicional, as imagens devem ser encaminhadas para a promotoria e a condenada pode retornar para a prisão.

Defesa de Elize Matsunaga pede provas

Em nota para a imprensa, a defesa alega que é preciso que as autoridades provem a autoria da falsificação, apontando que o documento sequer teria sido usado e chamando o documento de “colagem grotesca”.

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A defesa ainda destaca que as acusações de que Elize teria bebido devem ser provadas, afirmando que uma imagem dela segurando um copo não comprova a veracidade da informação.

Nota de esclarecimento da Uber

A assessoria de imprensa da Uber entrou em contato com o Seu Crédito Digital para esclarecer que, diferentemente do que havia sido informado inicialmente nesta matéria, Elize Matsunaga não é cadastrada como motorista da Uber. Pedimos desculpas à Uber e a nossos leitores pelo equívoco.

Imagem: Divulgação/Netflix

Beatriz Capirazi

Autor

Beatriz Capirazi

Jornalista especializada em Jornalismo Econômico pela Fundação Getúlio Vargas/Estadão com interesse em Economia, Política e Direitos Humanos. Autora do livro “Vidas Sucateadas — um olhar sobre a devolução de crianças adotadas”.

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