As demissões em massa nas grandes empresas têm se tornado cada vez mais comuns nos dias atuais, e a Tok&Stok não ficou de fora dessa tendência. Isso porque a varejista de móveis reformulou sua administração na última quarta (12) e demitiu três diretores. Espera-se, ainda, que 17 lojas sejam fechadas.
Em crise, Tok&Stok volta a demitir funcionários e pode fechar quase 20 lojas
Demissões em massa chegam na Tok&Stok e quase 20 lojas podem fechar em breve. Entenda os motivos desses desligamentos.
Além dos colaboradores mencionados, outros quatro diretores regionais também foram demitidos da empresa. Outra mudança que ocorreu nesta semana, de acordo com o site InfoMoney, foi o retorno de Ghislaine Dubrule à direção executiva da rede de lojas.
Vale destacar que, até o momento, a companhia ainda não publicou um comunicado oficial sobre os desligamentos.
Mudanças na Tok&Stok
Os profissionais que foram demitidos atuavam na parte operacional da Tok&Stok, como logística e gestão de lojas. Desse modo, a volta de Dubrule significa que ela assumirá a função de diretora de lojas.
É importante destacar que a companhia passa por um momento difícil, já que possui dívidas de R$ 600 milhões. Devido a essa situação, a empresa contratou o Bradesco como assessor nos acordos de fusão com a Mobly.
Além disso, a companhia também fez um acordo com a Alvarez&Marsal para auxiliar a negociar a dívida com os credores e redefinir uma estratégia. Ou seja, o movimento de demissões e fechamentos de unidades faz parte da reformulação da empresa.
Quais lojas da vão fechar?
Veja quais são os estados em que as 17 lojas que podem fechar:
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- Belo Horizonte;
- Brasília;
- Fortaleza;
- Natal;
- Porto Alegre;
- Rio de Janeiro;
- Recife;
- São Paulo;
- Vitória
Por fim, vale mencionar que, de acordo com reportagem da Bloomberg, a Tok&Stok teria confirmado o fechamento de uma unidade em Porto Alegre e outras duas em Fortaleza.
Essas medidas ocorreram devido à reestruturação que busca fazer da companhia uma empresa mais “eficiente e preparada para o cenário macroeconômico atual” .
Imagem: stock-boris/ Shutterstock
