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Em flerte com o bitcoin, Itaú cria fundo de blockchain e COE de Coinbase

O Itaú lançou dois novos produtos. Um deles é um fundo de blockchain e o outro é um COE (Certificado de Operações Estruturadas).

Priscilla KinastPor Priscilla Kinast3 min de leitura
fundo de blockchain

Em meio ao seu flerte com o Bitcoin e criptomoedas, o Itaú lançou dois novos produtos. Um deles é um fundo de blockchain e o outro é um COE (Certificado de Operações Estruturadas). O COE destina-se ao investimento com capital garantido em ações da Coinbase. Dessa forma, o maior banco privado do Brasil dá um grande passo em direção À aproximação do segmento cripto.

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Em flerte com o bitcoin, Itaú cria fundo de blockchain e COE de Coinbase

O fundo de blockchain é um fundo indexado destinado a investir em empresas com atuação ligada à essa tecnologia. Esse sistema funciona por meio de uma cadeia de blocos, estando por trás das criptomoedas. Itaú Index Blockchain Ações FX IE é destinado a investidores qualificados e tem aplicação mínima de R$ 1. Além disso, a taxa administrativa é de 0,8% ao ano. 

O produto aplica em torno de 50 ações de empresas de 26 países. As companhias atuam em cinco segmentos econômicos: tecnologia, comunicação, financeiro, consumo e materiais básicos. De acordo com o Itaú Unibanco, os critérios de escolha das empresas investidas englobam a relevância em relação à tecnologia blockchain e “filtros de liquidez” das ações.

A Coinbase

O outro grande lançamento do Itaú é o COE para investir na mais popular plataforma de negociação de criptomoedas dos EUA, a Coinbase. A empresa é um dos canais por meio dos quais tem crescido o investimento institucional em bitcoins. 

A intenção do Itaú é possibilitar ao investidor, ganhar parte de uma eventual valorização da ação da empresa. Entretanto, em caso de desvalorização do papel, o capital vai estar protegido. Ou seja, o investidor recebe de volta o valor que investiu.

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De acordo com o banco, o cliente vai ganhar 100% da valorização da ação até um “limitador de alta”, entre 80% e 100%. “Assumindo que as condições de mercado sejam tais que a rentabilidade máxima seja de 90%, o COE será emitido com a condição de rentabilidade máxima de 90% no vencimento”, explica o Itaú.

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Imagem: Joa Souza / shutterstock.com

Priscilla Kinast

Autor

Priscilla Kinast

Jornalista, apaixonada pelo mercado financeiro e pelas inovações tecnológicas. Registro Profissional: 0020361/RS

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