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Empresa demite funcionária que trabalhava em home office por usar pouco o teclado

Funcionária é demitida de empresa e companhia apega pouco uso do teclado no home office. Entenda a situação

Hannah AragãoPor Hannah Aragão2 min de leitura
Mão usando laptop.

Uma empresa de seguros demitiu uma colaboradora por usar pouco o teclado em seu home office. De acordo com a Insurance Australia Group (IAG), o sistema de monitoramento utilizado pela companhia apontou que Suzie Cheikho não cumpriu com suas obrigações profissionais.

A funcionária, no entanto, alega que os dados do monitoramento não são verdadeiros e que nunca teria deixado de trabalhar. Desse modo, siga na leitura para saber mais detalhes sobre o caso.

Monitoramento de home office aponta que funcionária usava pouco o teclado do laptop

A empresa australiana fazia uso de uma tecnologia de monitoramento que analisava o pressionamento das teclas do laptop fornecido pela companhia para a atuação da funcionária em home office. A ideia do sistema era de monitorar o cumprimento da carga horária da profissional.

Durante reunião formal feita entre a colaboradora e os gerentes da empresa de seguros, Suzie disse não acreditar nos dados apresentados.

“Às vezes a carga de trabalho é um pouco lenta, mas nunca deixei de trabalhar. Quero dizer, posso ir às compras de vez em quando, mas não é o dia todo”, disse Suzie Cheikho ao Daily Mail.

Conforme a funcionária que atuava no formato home office, problemas pessoais podem ter afetado sua saúde mental, reduzindo seu desempenho no trabalho. Mas apesar disso, ela não conseguia explicar os dados apresentados pela empresa, informações essas que Suzie disse duvidar.

Saiba mais sobre o caso

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Ainda segundo a funcionária demitida, haviam momentos de “problemas no sistema” em que ela teria feito uso de outros dispositivos para realizar o login e trabalhar no home office.

Discordando da medida tomada pela empresa australiana de seguros, a funcionária levou o caso à Justiça. Após a demissão, o advogado de Cheikho apelou a decisão, mas a determinação final não foi positivo à mulher.

Imagem: LookerStudio/ Shutterstock.com

Hannah Aragão

Autor

Hannah Aragão

Formada em jornalismo pela Universidade Federal de Pernambuco - UFPE. Atualmente fazendo parte do Seu Crédito Digital, acumulo experiências como redatora de finanças, economia e futebol.

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