Ter o celular roubado pode causar um prejuízo muito maior do que o valor do aparelho. Bandidos podem usar os aplicativos de bancos, como o Nubank, para fazer compras com o cartão virtual das vítimas ou até mesmo empréstimos.
Empréstimo no Nubank feito por bandidos: veja o que fazer para resolver
Se você é cliente Nubank, veja o que fazer caso bandidos roubem o seu aparelho e façam comprar e empréstimos com ele
Quando casos como esse ocorrem, os clientes procuram a fintech para reportar o roubo e bloquear a conta a fim de impedir a ação dos bandidos. Entretanto, muitos usuários reclamam da demora da empresa em dar uma resposta para as cobranças das compras e empréstimos feitos pelos criminosos e que continuam na conta.
Para tentar evitar esse tipo de situação, depois do roubo, a pessoa precisa tomar algumas atitudes rápidas. Da mesma forma, é importante saber quais canais estão disponíveis para entrar em contato com o Nubank para reportar compras que os criminosos fizeram.
Ladrões usaram minha conta Nubank, o que fazer?
Ter um celular roubado é uma experiência frustrante, entretanto nem todas as pessoas tomam as atitudes necessárias para garantir que delinquentes não usem o aparelho. Assim, a vítima de assalto que perdeu o aparelho precisa tomar três atitudes importantes:
- fazer um boletim de ocorrência do furto/roubo;
- fazer o bloqueio do aparelho pela operadora;
- avisar aos app de bancos, como o Nubank, sobre o roubo e pedir para bloquear a conta e abrir uma investigação sobre as operações suspeitas feitas.
Também é importante guardar qualquer informação sobre os contatos com a empresa, como os protocolos dos atendimento, os e-mails trocados e as conversas por chat.
E se as cobranças não forem canceladas?
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A internet está repleta de reclamações de clientes do Nubank que tiveram os celulares roubados e as cobranças continuam nas suas contas. Nessas situações, a pessoa pode entrar em contato com a fintech, por meio do SAC, no 0800 608 6236, ou com a Ouvidoria, no 0800 887 0463.
Ademais, é possível fazer uma reclamação no Banco Central, procurar auxílio no Procon ou, ainda, na Defensoria Pública mais próxima. Por último, se nada der certo, o usuário pode abrir uma ação judicial pedindo a anulação das operações e uma indenização por danos morais e materiais.
Imagem: Natallia Boroda / Shutterstock.com – Edição: Seu Crédito Digital
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